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Pesquisa da comScore mostra que o uso de mensagens eletrônicas vem diminuindo


Considerado uma das maiores revoluções trazidas pela internet, o email vem sofrendo com a perda de interesse dos novos internautas. Um estudo realizado pela comScore nos Estados Unidos mostra que o número de usuários de sites que oferecem serviços de email, como o Gmail (Google) e Hotmail (Microsoft), vem caindo com o passar do tempo.

De acordo com o levantamento, no período de um ano, esses dois sites em especial perderam cerca de 6% de suas audiências, sendo que também houve uma redução de 10% no tempo gasto pelos internautas nesses endereços.

Enquanto isso, o número de acessos a caixas de mensagens através dos telefones celulares cresceu cerca de 36% o que, de acordo com a pesquisa, configuraria uma ameaça ao contínuo crescimento do webmail e confirmaria uma significativa e complexa mudança de hábitos de consumo digital.

"Hoje os internautas possuem inúmeras formas de se comunicar através da rede, sendo que podem fazê-lo por meio dos computadores, dos telefones celulares, das mensagens instantâneas ou das redes sociais. O declínio no uso do email é só uma prova dessa nova dinâmica, onde impera a comunicação sob demanda e atendida por diversas opções", coloca Mark Donovan, vice-presidente de mobile da comScore.

A pesquisa constatou ainda que, enquanto os usuários mais velhos se mantêm apegados à ferramenta, os adolescentes estão trocando o email pelas redes sociais. Os números mostram que, nesse caso, a queda no uso chega a 24% em doze meses. O declínio, segundo os entrevistados pela consultoria, deve-se principalmente ao sistema de troca de mensagens.

Fonte: MMOnline
Em 2007 Brian Solis definia Mídias Sociais como: Qualquer ferramenta ou serviço que facilitava a comunicação na internet.  Em 2011 as mídias sociais criam produtores de conteúdo: Como Brian diz: As mídias sociais democretizaram a informação, transformando as pessoas de consumidores de conteúdo para produtores de conteúdo. É a mudança no mecanismo de transmissão da informação, do modelo de um-para-muitos para o modelo de muitos-para-muitos. É uma mudança incrível pois gera conversação entre autores, pessoas e parceiros.

Existem 3 coisas que você pode fazer quando recebe uma mensagem:

1) Nada. É o que geralmente acontece com a propaganda tradicional.

2) Você pode ser impactado pela mensagem e se organizar para protestar contra essa mensagem.

3) Você pode gostar da mensagem, se inspirar e sentir vontade de compartilhar com outras pessoas, através das suas redes sociais.

Por isso as mídias sociais precisam ser uma parte muito maior do planejamento de comunicação de sua empresa.

Seus clientes estão usando as mídias sociais: Umas das desculpas mais comuns usada pelas empresas é: “Nossos clientes não estão usando isso” e sabemos que isso já foi verdade no passado. Hoje sabemos que é mentira. As empresas não escolhem entrar ou não nas mídias sociais, elas já estão lá. Basta saber se elas querem saber o que estão falando e interagir, para criar um relacionamento com seus clientes e até, eventualmente, melhorar seus produtos, se houver um feedback. Confira aqui uma pesquisa nacional sobre o perfil dos usuários de redes sociais no Brasil

82% dos americanos tem participação em alguma rede social; Em 2007 este número era de 56%. Isso que dizer que em 3 anos, 26% da população aderiu as redes sociais.

Inativos: Não participam de nenhuma rede social 18%;

Expectadores: Assistem vídeos online, lêem blogs ou escutam podcasts 73%;

Em 2011 51% das pessoas fizeram um perfil no twitter, facebook ou linkedin, em 2007 este número era de apenas 25%;

Pessoas que assinam agregadores de notícias como RSS de blogs são 21%;

37% das pessoas postam sua opnião sobre produtos que compraram;

24% das pessoas criam conteúdo na web, em blogs, vídeos e podcasts;

Até as pessoas maisa velhas que não constumavam usar, estão usando mídias sociais.

O próximo passo é você tem que definir um perfil online para sua empresa. A fim de definir este perfil, você precisa responder estas 5 perguntas:

(1) O que nós queremos fazer ?
(2) Como queremos ser vistos ?
(3) Como estamos contribuindo para imagem da marca ?
(4) O que nós defendemos e quais são os valores da marca ?
(5) Quais redes sociais atuamos ou iremos atuar ?

Atue nas redes sociais em que mais citam sua empresa e procure resolver as reclamações ou pedidos do seu público nessas redes sociais. Não saia criando perfil em todas elas, aleatóriamente.

Participe e adicione valor a rede que você está participando. Responda as perguntas, interaja com conteúdo relevante ao em vez de apenas ficar divulgando descontos e promoções a torta e direita sem agregar valor para sua marca. Quantidade aqui é menos importante do que qualidade do material que você pode coletar a respeito da sua marca.

Outra dica é aprender com cada participação de clientes seus. Este é uma modalidade extremamente nova para as empresas e não sabemos com certeza onde estaremos daqui a cinco anos. Por isso, faça testes, pergunte a opnião de seus clientes e mensure esses resultados.

Outra dica importante é que as mídias sociais funcionam online mas deve ter seus princípios também no offline. De nada adianta sua empresa responder tweets e não atender o telefone no serviço de atendimento ao consumidor. A empresa precisa estar alinhada como um todo.

Você precisa decidir as regras do engajamento: Criar uma política de comunicação social que define sua postura nas redes sociais é a melhor maneira de superar o seu medo de que sua marca vai ser “roubada” on-line.

O vídeo cita o exemplo de que se você for viajar para um país que você não está familiarizado com os costumes, você pesquisa e se informa para não fazer nenhuma gafe. E você instrui seus funcionários a fazerem o mesmo, com uma plítica clara de como devem agir. O importante é orientar e não proibir o uso. Vale lembrar que a diretoria e os cargos mais altos também devem estar familiarizados com esta política.

Comece! Não tem como você assitir uma revolução do lado de fora. Brian é um cara que cumpre o que ele prega. E você precisa colocar a mão na massa para enteder o que ele está dizendo.

Qual a experiência de Brian Solis sobre mídias sociais ? Com certeza muitas pesosas que você conhece já ouviram ele falar sobre o assunto e o respeitam. Incluindo Tony Hsieh, CEO da varejista online agora famoso, Zappos.com. Aqui está o que Tony tem a dizer sobre o livro:

“Afinidade é pessoal e emocional. Sem personalidade a empresa e o que ela simboliza, é difícil para os clientes para manter contato com sua marca. Os conceitos deste livro podem ajudar a sua marca se envolver em uma maneira que inspire as comunidades a estender a sua mensagem, promessa, e abrangência. “

Espero que tenham gostado do post e da tradução. Meio complicado traduzir o vídeo todo mas deu pra abordar todos os elementos principais do vídeo. Aguardo um feedback de vocês nos comentários ou via twitter no @idegasperi

Fonte: MídiasSociais
A Razorfish lançou o Liminal, novo estudo que mais uma vez aponta as últimas tendências digitais. O estudo reúne dados compilados a partir de entrevistas individuais em profundidade e do monitoramento online de cerca de seis mil consumidores que fazem parte do banco de dados da companhia aérea Virgin America, além de englobar dados sobre o engajamento em mídias sociais relativos a mais de 100 mil usuários de Internet compilados pela empresa Rapleaf.

“A partir do Liminal é possível é olhar para a gestão de relacionamento com o cliente mais do ponto de vista de um consumidor do que de um anunciante, de modo a compreender melhor como as pessoas escolhem interagir com as marcas”, comenta Fernando Tassinari, general manager da Razorfish Brasil.

Apesar dos anunciantes estarem cada vez mais presentes nas redes sociais, como Facebook e Twitter, o consumidor ainda não consegue enxergar essas plataformas como fontes de envolvimento com uma marca, uma vez que não atendem a todas as expectativas da audiência. A maioria das pessoas ainda prefere manter contato com uma marca através de métodos mais tradicionais como o e-mail, sites da empresa ou, ainda, por meio do boca a boca.

Os consumidores citaram o fato de sentirem-se valorizados como sendo o elemento mais importante para o envolvimento com uma marca. "Todos querem a mesma coisa. Assim, as empresas devem se preocupar menos com a construção de inúmeros canais e pontos de contato e mais sobre como assegurar que cada interação com o cliente comunique valor", aconselha Tassinari.

O estudo também revela que o conceito de "consumidor no controle", mantra amplamente divulgado nos últimos anos, pode não ser tão adequado quanto se pensava. Entre as seis qualidades que definem o engajamento – sentir-se valorizado, confiança, eficiência, coerência, pertinência e controle –, este último foi classificado como o menos significativo entre os consumidores.

Enquanto redes sociais como o Facebook são respeitadas por entregar controle e relevância, não são tão bem sucedidas em auxiliar as marcas a fazerem com que sua audiência sinta-se valorizada. De qualquer maneira, as empresas podem tomar medidas para mudar essa percepção. O estudo aponta para alguns recursos na página do Facebook que são “sensíveis” às necessidades do cliente e onde, por exemplo, os fãs de uma determinada marca de vestuário têm a possibilidade de receber em primeira mão notícias sobre uma eventual liquidação.

Como parte do estudo, a Razorfish também criou uma ferramenta intitulada “Ranking de Influência do Consumidor” – uma equação que auxilia as marcas a avaliarem o valor de um consumidor com base em sua influência e alcance, bem como a intenção e o poder de compra deste indivíduo. A equação baseia-se fortemente no Twitter, uma vez que o serviço de microblogging é a mais pública e controlável de todas as principais plataformas sociais, observa o relatório.

O Ranking de Influência do Consumidor é o outro lado da pontuação SIM Score (Marketing de Influência Social), desenvolvida pela Razorfish em 2009 para ajudar a medir a influência das próprias marcas nas mídias sociais. A metodologia SIM Score proporciona uma análise mais abrangente da estabilidade de uma marca, e não apenas de sua força na web social.

Para ler o estudo na íntegra acesse: http://Liminal.Razorfish.com.

Fonte: AdNews
A crise política no Egito deu margem a diferentes análises por parte de estudiosos e cientistas políticos. A maioria delas, citaram um elemento em comum: o uso das mídias sociais no processo revolucionário e enriqueceram ainda mais o debate sobre os impactos do ciberespaço no mundo real. Enquanto alguns denominam a queda de Mubarak como uma ‘Revolução Facebook’, outros encaram isso como um exagero e uma maneira ingênua de distorcer a realidade e minimizar a atuação dos agentes políticos envolvidos.

“’(…) não havia internet em 1917 e os russos fizeram a revolução’. Do ponto de vista objetivo, a frase é perfeita. Mas o sentido dado a ela é distorcido”(Corazza, 2011, p.01). A pluralidade de tipos de redes sociais virtuais e de formas de usá-las é facilmente observada e já começa a gerar efeitos significativos nas diversas esferas que compõem a sociedade atual, denominada sociedade da informação.

Essa nova sociedade é caracterizada principalmente pela “capacidade que seus membros (cidadãos, empresas, poder público, etc) possuem de obter e compartilhar qualquer informação instantaneamente de qualquer lugar e da maneira mais adequada” (Palhares; Rosa; Silva, 2009, p.3). Desta maneira, o acesso ampliado à informação passa a ser um fator facilitador para que transformações sociais e culturais ocorram de maneira menos morosa, provocando uma mudança acelerada de valores, atitudes e comportamentos em diversos grupos sociais.

Tais constatações começam a ser feitas a partir da explosão tecnológica dos anos 1990, que traz consigo meios de comunicação sofisticados, tais como a Internet e as novidades do ramo das telecomunicações. Trata-se das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) que se tornam cada vez mais presentes no desenvolvimento científico, econômico, social e político e potencializam uma nova era em que passa a existir “uma revolução do próprio processo de compreensão do mundo” (Palhares; Rosa; Silva, 2009, p.3).

No entanto, esse movimento está longe de ser considerado uma cultura global, seja pela resistência de alguns grupos ou pela falta de acesso às novas tecnologias, o que vem dando margem a um descompasso tecnológico entre países e a carência por políticas de inclusão digital. Em acordo com a União Internacional da Telecomunicação (UIT), enquanto 71% da população dos países desenvolvidos tem acesso a Internet, nos países em desenvolvimento essa porcentagem não ultrapassa os 21% (The World in 2010: Facts and Figures – UIT, 2010).

Porém, o que se observa é que a relação entre a quantidade de usuários e o impacto causado pelo uso das TIC’s não é totalmente proporcional. Exemplos de cunho político, como a queda do presidente Hosni Mubarak no Egito, ilustram isso de maneira reveladora. Os manifestantes egípcios em meados de janeiro de 2011 transformaram a rede social mais usada no mundo, o Facebook, num instrumento a favor de sua causa, a  partir da criação de uma página onde eram postadas mensagens que conclamavam a população, sobretudo os mais jovens, para a revolução.

A página criada no Facebook trazia informações sobre quando, onde e como os manifestantes se encontrariam, alertas sobre que tipo de equipamentos usariam (máscaras de gás lacrimogêneo, por exemplo), links para informações mais detalhadas, meios de contato com voluntários, informações sobre formas de conduta, além de uma “sala de debates” que disponibilizava atualizações constantes feitas pelos próprios usuários da página, que em menos de uma hora após a sua criação já contabilizava mais de 100 mil adesões (Carranca, 2011).

As informações se replicaram rapidamente entre os internautas egípcios que, em paralelo, apoiavam e incitavam para manifestações em suas páginas pessoais. Asmaa Mahfouz, uma jovem de 25 anos, por exemplo, postou em seu perfil do Facebook, várias mensagens de apoio ao protesto na Praça Tahrir. “Eu vou para a Praça Tahrir no dia 25 de janeiro. Eu vou lutar por meus direitos e das pessoas torturadas até a morte pelas forças de segurança” (Carranca, 2011, p.1). Mensagens como essas foram difundidas entre amigos e familiares dos manifestantes o que corroborou para que o protesto na Praça Tahrir reunisse centenas de milhares de pessoas, quando o esperado era algo em torno de 20 mil simpatizantes e se transformasse em um dos símbolos das manifestações no Egito que terminaram no dia 13 de fevereiro de 2011 com a renúncia do presidente Mubarak que já completava 30 anos no poder.

Por outro lado, existemcontra-argumentos que propõem um reforço ao ceticismo em relação à atuação das redes sociais nos protestos do Egito. A maioria desses argumentos baseia-se nos fatos de que 80% da população egípcia não tem acesso à internet e de que o número de usuários egípcios do Facebook seja pouco expressivo, sendo estimado em 6,46% dos usuários mundiais (algo em torno de 5,2 milhões de pessoas, número menor do que o de seguidores do presidente norte-americano, Barack Obama, no Twitter) (Corzazza, 2011). Além, é claro, das restrições no acesso à internet promovidas pelo governo desde o início dos protestos, as limitações infoestruturais e as técnicas de manipulação da informação.

A tentativa de minimizar os efeitos da revolução ‘virtual’ no Egito talvez seja uma forma de enriquecer o debate sobre o poder das redes sociais no mundo contemporâneo, mas negligenciá-los parece ser um erro. Ainda que o acesso seja restrito, a Internet no Egito está  ao alcance de uma parcela considerável da população e, além disso, o seu papel como transmissora de informação chega a ser ainda mais importante do que o seu poder de mobilização.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo em setembro de 2010, o sociólogo Manuel Castells, referência atual em estudos e pesquisa sobre a sociedade da informação e as TIC’s, defendeu a idéia de que ao levar em conta que o poder político sempre esteve baseado no controle e na manipulação da informação, a Internet pode ser considerada uma ameaça a este tipo de poder por conceder um grau de autonomia comunicativa e informacional relativamente alto ao indivíduo. Para Castells, “a Internet é a construção da autonomia da sociedade civil” (Castells, 2010), algo que os governos sempre temeram.

Por conseguinte, um modo de acabar com essa ameaça seria o bloqueio ao acesso à rede mundial de computadores e todos os seus recursos, estratégia usada pelo governo de Mubarak. Castells admite ser essa a solução mais eficiente, porém, a mais cara, cujo preço nenhum país pode pagar “porque além de livre expressão, a rede é educação, economia, negócios, é a eletricidade de nossa sociedade”. E como se não bastasse, este tipo de ação distancia povo e governo, gerando desconfiança mútua entre dois dos elementos clássicos e fundamentais do Estado.

Mas considerar a Internet como uma ameaça não quer dizer que ela possui ampla influência no comportamento dos governos. Os governos passam a levá-la em consideração ao pautar suas ações, sabem que não podem mentir e nem manipular a informação sem tomar o máximo de precaução, porém isso não pode ser ponderado como uma alteração de comportamento.

Castells, nesse sentindo, apresenta alguns exemplos interessantes como as manifestações no Irã em 2009 contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad e a deposição do ex-presidente de Honduras Manuel Zelaya, dois episódios com resultados diferentes em que a Internet, sobretudo o Twitter, funcionou como um instrumento mobilizador importante. Para Castells, o fato de Zelaya ter sido deposto e de Ahmadinejad seguir no poder demonstra que o substrato principal do uso das redes sociais nas manifestações contra o status quo político são as “mudanças que se produzem na mente das pessoas, [ou seja, quando] as pessoas mudam sua forma de pensar e, portanto, de atuar. [Dessa forma,] as ideias não passam necessariamente pela mudança política, mas sim pelas mudanças que os governos têm de implementar em função da pressão da sociedade” (Castells, 2011).

Portanto, classificar o episódio do Egito como uma ‘Revolução Facebook’ é errôneo do ponto de vista que resume todos os acontecimentos como tão somente consequências do uso da Internet e de suas mídias sociais. Mas, o mesmo não acontece se consideramos o ponto de vista que coloca esse fato como um marco na inclusão deste tipo de ferramenta nos processos revolucionários. Não cabe desmerecer as formas usuais de protestos que deram início à revoluções históricas como a Revolução Russa de 1917 e a da Praça Tian’anmen em Pequim em 1989, nem esperar que posts, status ou tweetsconsigam mudar o mundo.

Sendo assim, torna-se mais comedido considerar a Internet como mais uma ferramenta capaz de contribuir com o trabalho das instituições civis e dos demais atores sociais, sem necessariamente substituí-los, em determinados processos de transformação política.  Por conseguinte o que se deve esperar são episódios em que essa ferramenta possua uma performance que extrapole os limites virtuais da própria rede intercalados por episódios em que essa transposição não se faça verdade, como aconteceu no Irã em 2009.

Fonte: MidiasSociais
 



Todos já devem ter se perguntado um dia: “onde tal pessoa famosa está neste momento?”; “será que ela vai a lugares comuns?”.

Hoje, existe no mercado uma infinidade de aplicativos, serviços e redes sociais que nos permitem dizer por onde andamos. É a tão falada geolocalização.

Este ano, os espanhóis desenvolveram uma mídia/rede social que permite que o usuário saiba onde as famosidades comem, trabalham, fazem compras, paqueram e saem todos os dias.

Tours é o nome da rede social onde as “pessoas comuns” acessam os dados de geolocalização compartilhados pelas estrelas e identificados com o símbolo das atividades que elas pretendem fazer em cada local.

Serviço para smartphones e tablets – Foto: divulgação

Os usuários podem se cadastrar e compartilhar até seis atividades com os amigos, totalmente de graça, pela internet ou por meio do aplicativo. Mas para acompanhar cada celebridade, os donos do Tours pedem que o interessado abra mão de € 1,00 (1 euro), cerca de R$ 2,30.

Segundo os desenvolvedores, o usuário paga apenas uma vez e tem acesso a todas as atividades registradas pela celebridade. Os responsáveis afirmam que estão negociando parcerias comerciais com três celebridades da Espanha, país onde a rede estreará em breve.  No Brasil, a cidade escolhida para o início do serviço foi São Paulo, mas ainda sem data confirmada.

Além de compartilhar os planos do dia, o usuário pode fazer check-in quando chegar aos lugares, exatamente como acontece em outras redes sociais baseadas em geolocalização, como o Foursquare. Além disso, será possível comentar os planos dos amigos e vincular imagens a lugares. O serviço para iPhone só estará disponível após o lançamento da rede social na Espanha.

E aqui no Brasil, será que a moda vai pegar entre os famosos? Posso até imaginar os locais que certas celebridades farão seus check-ins.

Fonte: Mídia Boom


Quem é o usuário brasileiro de mídia social? Quais seus hábitos online? Como se relaciona com marcas e produtos através de ferramentas web2.0? São essas as questões que visa responder o estudo inédito sobre Perfil de Usuários de Mídia Social no Brasil, realizado pela eCMetrics.  A pesquisa foi realizada em dezembro de 2010 com 2.440 membros do painel online eCGlobalPanel, um dos maiores painéis online de pesquisa da América Latina com mais de 190 mil consumidores brasileiros ativos e mais de 500 mil na América Latina (um dos maiores desta região).

Sabemos que mais de 90% dos internautas brasileiros estão cadastrados ao menos em uma rede social (Ibope, nov/2010), mas como o brasileiro está se comportando diante desta nova realidade? E como isto afeta o relacionamento deles com as empresas/marcas?

“Ainda que a grande maioria das empresas já tenha dado seus primeiros passos nas redes sociais, muitas grandes marcas no Brasil parecem não ter definido com clareza sua estratégia no segmento de Mídias Sociais. Um dos intuitos deste estudo é servir como ferramenta de suporte para a definição destas estratégias”, afirma Iván Casas, CEO da eCMetrics.

O estudo revela diversos dados bem interessantes sobre como, nós, brasileiros, atuamos na utilização das Redes Sociaos Virtuais. Um estudo para guardar nos favoritos e compartilhar na agência!

Fonte: MidiaBoom


Vocês provavelmente estão familiarizados com ferramentas de monitoramento de marcas em redes sociais correto? Agora, passarei por aqui todas as semanas para falar sobre a principal ferramenta de monitoramento de marcas: o Google.

Em dezembro, um artigo publicado por Danny Sullivan revelou que o Google e o Bing confirmaram que links compartilhados pelo Twitter e Facebook teriam um impacto direto em rankings. A informação foi confirmada pelo chefe da equipe de webspam do Google no vídeo Does Google use data from social sites in ranking?

 

De acordo com a entrevista feita por Sullivan e o vídeo resposta de Matt Cutts, os links compartilhados no Twitter e Facebook são avaliados com base na pessoa/entidade que linka por um fator que o Google chama de “Author Authority”. Ou seja, de nada adiantará encher um perfil de links se o perfil não for relevante. Por isso, Social Media se tornou o alvo dos SEOs e provavelmente será um assunto muito discutido ao longo deste ano.

Outro artigo que vale a pena mencionar foi o postado no blog oficial do Google “Being bad to your customers is bad for business” onde o Google afirma que consegue distinguir uma menção negativa de uma menção positiva. Vale como um alerta para os espertinhos que tentarão conseguir menções a qualquer custo.

Um mês antes desta notícia, participei do Pubcon, um evento de search engine marketing e internet marketing organizado por um dos maiores fóruns de discussão sobre SEO, o WebmasterWorld. O evento foi realizado em Las Vegas e contou com os maiores nomes do mercado incluindo o chefe da equipe de webspam do Google. Além das palestras sobre Conversion Rate Optimization, um assunto que chamou muito minha atenção foi a importância das mídias sociais para SEO. O tema foi muito discutido e, ao longo das próximas semanas, gostaria de dividir algumas dicas que estes grandes profissionais compartilharam. Começando com as dicas mais básicas e que você precisa executar:

  • Reivindique seu Google Profile porque ele provavelmente aparecerá na primeira página de resultados para o seu nome.



  • Domine resultados de buscas pelo seu nome; utilize o Knowem para registrar todos os seus usernames nas principais redes sociais.




Semana que vem voltarei com mais dicas do Pubcon sobre Social Media Marketing e como utilizá-las em suas estratégias de SEO. *Não sabe o que é SEO? Leia o trecho de minha monografia sobre marketing digital O que é SEO?

Fonte: MidiasSociais
Já venho usando a algum tempo mais uma rede social e pelo que vi, já tem bastante gente usando também. Vamos conhecer o GetGlue, a nova rede social que integra funcções do Facebook (like), do Twitter ( timeline, seguir e ser seguido por seus amigos) e Forsquare ( dar checkin, ganhar badges

O foco do GetGlue são pessoas que gostam de compartilhar o que estão vendo, seja um filme ou seriado, lendo um livro ou ouvindo um álbum de música do seu artista favorito. Você pode colaborar escrevendo reviews e dando sua opnião sobre vários formatos.

Gostei da experiência.

 

O GetGlue tem uma interface limpa e bem fácil de se usar. Você tem uma timeline que mostra a atividade recente das pessoas que você está seguindo ou os Badges que esles estão acumulando. Ainda existe a opção de ver as sugestões indicadas pela própria rede social ou os assuntos em que estão em alta no site, algo como o trendig topics. Como no twitter.



No sistema de busca deles, você pode pesquisar por filmes, pessoas ( bandas, diretores de cinema, escritores ) e dar um like, com apenas um clique. Esta é a parte semelhante ao facebook.

A rede social ainda permite compartilhar suas atividades no twitter e no facebook, com muita facilidade.



Quando você favorita um filme, você habilita uma contagem regressiva, de 50 likes. Após o término desse número você recebe um selo ( badge ). Outras atividades dentro da rede social também lhe dão badges, como instalar o aplicativo no iphone, ou dar chekin em algum filme ou seriado ( que vale mais pontos ainda se o programa estiver passando ao vivo ). Esta é a parte semelhante ao Foursquare.



Eu também instalei o app do GetGlue no iphone, e pretendo fazer um tutorial sobre ele em breve. Também está disponível para Ipad e outros celulares. Confira na parte de apps.

Espero que gostem e cadastrem-se. Ainda estou usando o GetGlue e aviso, que ele vicia muito rápido. Se tiverem alguma outra dica que deixei passar, deixem comentários aqui… Aguardo o feedback de vocês… Meu twitter é o @idegasperi.

Por: @idegasperi

Fonte: MidiasSociais

O que é?


“ (…) o Tumblr é uma rede de lightbloggin que tem feito muito sucesso na rede, por ser uma plataforma simples que permite a publicação de textos, links, imagens, áudio e vídeos”



“É uma opção para quem não curte os blogs tradicionais, mas precisa de mais de 140 caracteres para se expressar”



“WordPress + Twitter = Tumblr




Mas também pode ser:



Com ele, basicamente, você pode publicar textos, fotos (imagens), citações, conversas, áudios e vídeos de uma forma mais prática, rápida e intuitiva. Sem as limitações do microblog (Twitter) e sem as complicações do blog (WordPress), o Tumblr é a ferramente ideal para quem curte o conceito minimalista.



Como podemos usá-lo?


Há diversas formas de usar o Tumblr, mas as que eu mais tenho visto são essas:


- Pessoal (blog/fotolog)


Além dos milhares tumblrs de adolescentes que postam/reblogam fotos fofas, frases e blá blá, podemos encontrar Tumblrs de humor, como o Fica, vai ter Bolo! ,Tumblrs que misturam declaração de amor com arte, como o HJ Story (que usa domínio próprio) entre outras variedades.


- Lifestreaming (agregador de conteúdo)


Um dos melhores exemplos de agregador de conteúdo é  o tumblr do  Tiago Dória.


- Jornalismo


Revista Exame e a revista Newsweek .


- Cobertura de eventos pequenos


- Portfólio



Fonte: MidiasSociais
Eu vi no ResultsON o infográfico abaixo sobre a rotina do profissional que trabalha com mídias sociais. E decidi postar aqui no blog o infográfico e contar também a minha experiência, com mídias sociais, no meu dia-a-dia.



Bom, acho importante lembrar aqui que não vou traduzir o infográfico e sim especificar a minha rotina de trabalho, que com certeza, vai coincidir com algumas coisas do gráfico.

Monitoramento

Eu atendo mais de um cliente e o meu dia começa monitorando os canais de cada um deles para saber se tem perguntas, elogios, reclamações ou qualquer citação referente aos clientes. Tenho todos eles cadastrados no Hootsuite. Começo pelo twitter e depois vou acessando os canais oficiais dos clientes (Blog, Fanpages, Youtube, Flickr, Linkedin, Slideshare etc…) Me organizo assim. Depois pesquiso fora dos canais oficiais e para isso uso  ferramentas gratuitas para monitoramento em tempo real nas mídias sociais.

Nesse monitoramento feito, se achar posts sobre os clientes, eu comento, respondo algumas dúvidas, vejo se existe a possibilidade de colocar um link ou manter contato para enviar um post futuramente. Isso se chama Linkbuilding e é importantíssimo. Por isso recomendo muito saber SEO.

Se achar reclamações, e acreditem, sempre aparecem, de todos os tipos eu avalio:

1) É terrorismo puro do cliente e não deve ser mexido.

2) É crítica/dúvida que basta uma pesquisa básica que eu mesmo faço e respondo

3) É problema mesmo e tem que ser encaminhado para empresa do cliente resolver diretamente.

Gosto também de acompanhar pelo google analytics o desempenho dos acessos, taxa de rejeição, tempo de permanência etc…

Abro meus emails, e tento deixar a inbox zerada. Respondo o que eu posso, encaminho o email para o responsável, se for o caso, ou salvo pra responder depois se não for urgente.

Produção de Conteúdo

Após feito o monitoramento eu preciso atualizar os canais dos clientes. Mesmo que eu não escreva todos os posts ( temos fornecedores que enviam os posts prontos ) tenho que publicar os artigos enviados. Esta etapa novamente requer um conhecimento em SEO e uma pesquisa básica no Google Insight for searches do google, para você colocar boas palavras no títulos dos posts, colocar links no próprio post etc etc… )

E depois divulgar esses links no twitter, na fan page do facebook, e ter o cuidado de reescrever o título do post para deixar ele mais interessante e que caiba em 140 caracteres no caso do twitter e explorar mais o espaço do mural da fanpage do facebook.

Dependendo do dia, se está mais corrido eu agendo alguns tweets pra não deixar de ter conteúdo no perfil dos clientes. Tenho um cliente que precisa ter tweets no fim de semana e de madrugada, ai separar uma hora do dia para agendar estes tweets é fundamental.

Algumas vezes escrevo textos mais elaborados… olha lá no Blog da Tecnisa, no Techtudo ou pro portal Nós da Comunicação que já faz um tempo que não consigo mais mandar posts pra lá.

Para alguns clientes no hootsuite eu nem habilito a timeline deles. Eu deixo uma pesquisa salva para pegar citações no twitter sem que seja necessariamente feito uma citação com @twitterdocliente. Além de monitorar os concorrentes.

Na minha timeline eu tenho diversos profissionais com conteúdos variados que acabo retuitando algumas coisas relevantes para os clientes. E me mantenho informado também.

Uma coisa muito importante também ( e o que eu gosto muito no Hootsuite ) é taguear os links pra mensurar os resultados depois. ( este é um post sobre monitoramento que tem tempo que quero fazer e ainda não fiz, talvez se vc´s me cobrarem eu faça logo hehehe)

Relacionamento

Durante o dia, estou sempre conectado: Skype, Msn, Gtalk, Facebook, Twitter. Como presto serviço, converso com os clientes por estes canais. Uso muito o Dropbox para receber arquivos dos clientes.

Apesar do desafio para não perder o foco no que você está fazendo é muito importante dar atenção e tentar atender seus contatos pedindo aquela ajudinha, seja para divulgar um link ou como alterar alguma coisa na fanpage do Facebook ou que ferramenta de twitter utilizar para tal situação.

Trato todo mundo bem e sempre procuro ajudar. Se não der, acredite, não deu mesmo.

Este relacionamento vai além dos meios de comunicação digital, sempre que dá marco um happy hour, para aliar o útil ao agradável. Além do que sempre é bom você saber dos projetos que seus colegas estão fazendo, até tirar dúvidas ou trocar experiências.

Muito importante você estar presente nos eventos, como teve o Social Media Week aqui em São Paulo, além de assistir as palestras, trocar ideias e conversar com os outros profissionais de mídias sociais. Quem é visto é lembrado. Fico muito feliz quando encontro com profissionais renomados e eles me chamam pelo nome. Se não lembram meu nome, a maioria sabe que trabalho pra Tecnisa e tenho o Blog Mídias Sociais.

Parte Técnica

Alguns clientes tem agência e outros não. Os que não têm eu acabo dando uma revisada nos plugins de wordpress que o blog deles usa. Estou sempre pesquisando e atento a coisas novas. Então acabo cuidando dessas coisas técnicas, desde atualziar um plugin de wordpress, versão do wordpress que está rodando o blog, pesquisar por ferramentas que ajudem na mensuração dos resultados para os clientes, que vamos falar no próximo tópico.

As vezes precisamos subir algumas coisas por ftp,  algum código específico … por isso precisamos entender algumas coisas desse nível. Muitas vezes preciso de ajuda e é uma boa hora para usar seus contatos e os amigos que te pedem ajuda. É uma via de 2 mãos.

Mensuração dos Resultados

Assunto muito abordado em qualquer evento de mídias sociais, é como se mensurar as ações e os resultados dos investimentos ( famoso ROI). Já dei uma dica ali em cima de tagueamento de links que o Hootsuite faz ( na versão paga ) mas que o google oferece gratuitamente aqui.

O google analytics é fundamental, criando metas e filtros conforme a necessidade de cada cliente.

Cada rede social normalmente possui um sistema para indicar suas métricas.

Você deve conhecer estes recursos e como retirar as informações dele; Agora, uma sugestão, muita gente vem me perguntar como fazer os relátorios de apresentação dos resultados e existem inúmeras possibilidades. Para um cliente eu preencho um dashboard em Excell com as métricas definidas em conjunto com o cliente sobre as informações que ele precisa ( alguns tópicos de 2 em 2 dias, outros semanalmente ou mensalmente ) para apresentar no final do mes um belo gráfico com o desempenho do trabalho.

Remuneração

Muita gente que me segue no twitter @idegasperi vem me perguntar quanto que ganha um profissional que trabalha com mídias sociais. Alias, tem muita, mas muita gente mesmo, procurando profissional de mídias sociais. Se você está procurando emprego não deixe de seguir o @midiasblog pois sempre divulgamos vagas.


Vamos lá… lógico que depende muito do mercado e da região que você está.

Aqui em SP um profissional que começa a trabalhar com isso, em média, começa ganhando 2 mil reais.

Se já tem uma certa experiência ganha em torno de 3 mil e quinhentos reais pra mais, dependendo ai da sua experiência e dos trabalhos que você já fez. O tempo de trabalho influencia diretamente também no valor.

Nossa, praticamente escrevi um tutorial, tudo o que você deseja saber sobre o profissional de mídias sociais e tinha medo de perguntar hehehe Com certeza não falei tudo, mas acho legal pois ai vc´s perguntam nos comentarios que eu vou respondendo né ?

Por: @IDEGASPERI

Fonte: MidiasSociais
Após as participações na 4ª edição da Campus Party Brasil e na Social Media Week, ambas em São Paulo, os criadores do site Jovem Nerd, Alexandre Ottoni e Deive Pazos preparam novidades para 2011.

Além de ampliar seu conteúdo, a página será reestruturada para se transformar numa rede social para nerds. "Vamos transformar o Jovem Nerd em uma rede social para nerds. Na verdade, esta rede social já existe dentro do site. O que vamos fazer é dar ferramentas para ela se expressar com mais facilidade”, afirmam, antecipando o formato mais interativo e participativo.
Outro projeto em curso é a Nerdbooks, que vai colocar no mercado títulos editoriais voltados para o seu público.

O Jovem Nerd é hoje a referência principal em cultura nerd no Brasil, com podcasts, notícias, vídeos, colunas e coberturas ligadas ao gênero, além de conteúdo original de humor. Foi criado em 2002, em formato de blog, para trazer informações sobre cinema, séries de televisão, ficção científica, quadrinhos e RPG.

Atualmente, o site Nerd tem mais de 40 mil acessos diários. Às sextas-feiras, quando o Nerdcast (podcast) vai ao ar, o número sobe para aproximadamente 60 mil. Por mês, os acessos já se aproximam de 1 milhão. O sucesso do site já motivou também a criação de outros “braços”, como a Nerdstore – loja online que comercializa artigos exclusivos relacionados ao seu conteúdo.

Fonte: AdNews


Nas semanas que antecedem o Oscar 2011, os aficionados por cinema agitam as redes sociais com posts sobre seus preferidos ao prêmio. De olho nisso, a e.life disponibiliza um levantamento sinalizando os artistas e filmes mais citados nas mensagens do Twitter nos Estados Unidos, o que pode ser um indicador dos reais ganhadores do troféu.

O mapeamento está sendo feito em inglês, em 25 cidades norte-americanas, em tempo real – isto é, os números tendem a crescer minuto a minuto até o dia da cerimônia – e pode ser consultado pelo site www.elifemaps.com até mesmo durante a premiação.

Por meio do TweetMeter, uma ferramenta online desenvolvida pela e.life para acompanhar o buzz no Twitter, é possível apontar os prováveis vencedores do Oscar de acordo com dois fatores: a popularidade daquilo que é monitorado, isto é, o volume de tweets por atores, filmes e diretores e a localização geográfica dos usuários. Este último configura a principal novidade do estudo, pois o mapa permite supor uma relação entre as características das cidades americanas e os indicados. Por exemplo: Los Angeles e Nova York representam, até o momento, cerca de 40% dos posts computados, provavelmente por serem centros de forte vida cultural, com destaque para a indústria do cinema/entretenimento.

Considerando os números extraídos do mapa na manhã desta sexta-feira, 18 de fevereiro, Inception (A Origem) pode receber o título de “Melhor Filme” graças aos 9.045 tweets de um total de 22.008, seguido de Black Swan (Cisne Negro), com 3.436 menções e The Social Network (A Rede Social), que acumula 2.323. No quesito “Melhor Ator”, Colin Firth, que interpretou o rei Jorge VI no longa The King’s Speech (O Discurso do Rei), sai na frente com 1.407 tweets – 300 deles de Nova York e 204 de Los Angeles.

Por essa lógica, Detroit seria a cidade da menor torcida de Colin, com 0,5% das menções relacionadas ao seu nome/filme. Paralelamente, a cidade vibra por Jeff Bridges, de True Grit (Bravura Indômita), mas no ranking final ele figura como o candidato ao terceiro lugar. Já o segundo posto, de acordo com o monitoramento realizado pelo TweetMeter, deve ficar com James Franco, de 127 Hours (127 Horas). “O interessante, até agora, é que as preferências por atores e filme se concentram em Nova York e Los Angeles”, conta Jairson Vitorino, CTO e um dos fundadores da e-life.

Se depender das mensagens veiculadas no Twitter, Natalie Portman (Cisne Negro) levará a estatueta de “Melhor Atriz” com 20,6% da preferência do público vinda de Nova York. Em segundo e terceiro lugares, respectivamente, competem Annette Bening, de The kids are all right (Minhas Mães e Meu Pai), que tem 50% menos menções do que a primeira colocada, e Jennifer Lawrence (de Winter’s Bone / O Inverno da Alma), com poucos tweets de diferença (quatro, na consulta mais recente). “Mesmo que Jennifer Lawrence tivesse um buzz maior, apostaríamos no que Nova York e Los Angeles dizem de acordo com a soma de menções das duas cidades, até mesmo pelas influências culturais desses locais” explica Jairson.

A única categoria que parece ainda indefinida é a corrida pelo prêmio de “Melhor Diretor”. David Fincher, de A Rede Social, responde por 216 tweets em 8 cidades dos Estados Unidos, a maioria deles em Los Angeles. Já David O. Russell, de The Fighter (O Vencedor), provavelmente conquistaria o segundo lugar com um volume de 132 posts em 6 cidades, sendo 38,6% também em Los Angeles.  Darren Aronofsky (Cisne Negro) está na disputa com 111 tweets em 5 cidades, sendo 35,1% deles em Nova York.

O monitoramento da e-life sobre os indicados ao Oscar teve início no dia 9 de fevereiro e permanecerá no ar durante e após a cerimônia. O software armazena todos os tweets que mencionam uma lista específica de termos. Além da quantidade total de menções por indicado e o ranking das cidades que mais citaram cada indicado, o visitante do site www.elifemaps.com pode acompanhar o volume de tweets por cidade e o número de menções/nome em cada uma delas.

Mera ilustração de seu potencial, a avaliação do TweetMeter não se restringe ao Oscar. A ferramenta é indicada para o mundo corporativo, com o intuito de informar, por exemplo, quantas vezes por segundo uma determinada marca, produto ou serviço é citado pelos twitteiros. A ferramenta da e.life também gera relatórios com as mensagens postadas e possibilita a análise criteriosa dessas informações.

É possível, ainda, descobrir em que momento e por quem as marcas, produtos ou serviços foram tuitados, de qual localidade, as URLs mais compartilhadas, os hashtags (#) mais utilizados, gráficos e nuvem de informação com as menções positivas e negativas. “Selecionamos as palavras-chave sobre um determinado assunto solicitado pelos clientes e inserimos no software. O TweetMeter contabiliza nos resultados as menções às palavras cadastradas combinadas com o termo principal da pesquisa” esclarece o CTO da empresa.

Fonte: AdNews
Recentemente vimos nos noticiários a grande mobilização da população do Egito, que conseguiu derrubar o presidente ditador que estava no poder há quase 30 anos, por meio das redes sociais, como o Twitter e o Facebook. Um protesto feito através do Twitter na Jordânia, mobilizou centenas de assinaturas virtuais em combate ao desmatamento.

Aqui no Brasil ainda não conseguimos derrubar nenhum governo mas, com certeza, os usuários ativos de redes sociais tiveram grandes mudanças de comportamento e influências no seu cotidiano com a utilização das mídias sociais. As redes sociais, além de serem uma ferramenta de informação, são um meio de expressão “sem censura”, ao contrário do que acontece com as mídias tradicionais que sempre andam em uma única mão.

Utilizar as mídias sociais é uma maneira de se aprofundar em assuntos diversos, formar opinião e interagir com pessoas de diferentes regiões com ou sem moderação. O grande sucesso das redes sociais está na agilidade de comunicação, respostas rápidas, na interatividade entre pessoas e em grandes discussões de ideias.

Fonte: Digitalks
As brasileiras navegam mais tempo que os homens em sites de redes sociais e aceitam com mais facilidade a intervenção de marcas em suas páginas no Orkut, Facebook e Twitter, segundo uma pesquisa realizada no Brasil e em mais 45 países. Os resultados foram divulgados ontem, 15/03.

De acordo com o estudo, chamado Digital Life, elas dedicam cerca de sete horas semanais em sites de mídias sociais – uma hora a mais do que os homens. Atualmente, 92% das internautas brasileiras não apenas mantêm o computador ligado enquanto assistem televisão, mas também tem o hábito de enviar e receber e-mails enquanto acompanham os seus programas preferidos. Por isso, 83% das entrevistadas afirmam que buscam na web mais detalhes sobre um produto que consideram interessante.

Entre os produtos que o público feminino mais compra pela web estão cosméticos (30% das entrevistadas), roupas (26%), perfumes (24%), calçados (21%) e produtos de higiene e de cuidados para bebês (12%). O estudo Digital Life foi realizado recentemente em 46 países e contou com a participação de 48,8 mil internautas com idades entre 16 e 60 anos.

Fonte: Digitalks
O Camarote Bar Brahma deste ano, no Carnaval de Sâo Paulo, trará o tema “Redes Sociais”. Nos dias dos desfiles (4 e 5/03) e no Desfile das Campeãs (11/03) os foliões poderão acompanhar nos telões a transmissão de tweets e posts sobre o evento em tempo real. A proposta é promover a interação do mundo virtual com o Camarote Bar Brahma, no Sambódromo do Anhembi.

Segundo o diretor da agência BBHouse, Cairê Aoás, a cenografia será toda baseada no tema redes sociais. O intuito é fazer o folião se sentir dentro de um grande camarote virtual, com direito a todas as regalias de um Carnaval real.

O internauta pode acompanhar as novidade do Camarote Bar Brahma no perfil @camarotebbrahma no Twitter.

Fonte: Digitalks

O que é?


É o acompanhamento de determinadas redes sociais visando traçar um perfil do público-alvo na web, melhorar a comunicação com o consumidor, possibilitar ações da empresa nos ambientes virtuais e preservar a imagem da marca.

Importância do trabalho de monitoramento


Devido à grande quantidade de marcas já inseridas nas redes sociais, hoje, tornou-se quase uma obrigação e não mais um diferencial as empresas se fazerem presentes e se comunicarem com o público-alvo através de meios como Twitter e Facebook. Além dos usuários já esperarem que as empresas possuam perfis na rede, é uma maneira eficaz de descobrir quais são seus consumidores e o que estão dizendo.

Através da criação e monitoramento de redes sociais torna-se possível para as empresas se relacionarem com seus consumidores de maneira rápida e amistosa. Um comentário negativo dentro das redes sociais pode manchar a imagem de uma empresa ou marca. Logo, faz-se necessário um acompanhamento constante para antecipar e prevenir quaisquer danos à marca.

Menções positivas na internet elogiando uma marca também podem se espalhar, influenciando o consumidor na escolha de um serviço ou produto, e, por ser uma mídia que fala com muitas pessoas em pouco tempo, há um aumento na chance de ocorrer um viral de conteúdo gerado pela empresa.

Etapas do trabalho


Planejamento – Definido o público-alvo, identificar onde ele está e quais serão as redes sociais a serem monitoradas.

Criação – Criar perfil nas redes sociais necessárias caso ainda não existam.

Busca de conteúdo – Buscar o conteúdo gerado por essas redes sociais.

Análise das informações – Identificar os conteúdos que são relevantes para a marca.

Classificação – Classificar os conteúdos de acordo com seu impacto, origem e conotação.

Consolidação – Transformar em gráficos os dados de forma a facilitar sua interpretação.

Interpretação – Analisar os gráficos.

Análise de resultados – Sugerir ações e posicionamento da empresa tomando como base a análise feita sobre a visão dos internautas em relação à marca.

Relatório – Relatório com os resultados do monitoramento.

Benefícios das redes sociais para empresas


Maior divulgação de produtos e serviços

Melhora no SEO

Aproximação do consumidor

Aumento de acesso ao site da empresa

Reforço de marca

Comunicação rápida com o público-alvo

Conhecimento do que está sendo dito sobre a empresa

 

Fonte: Digitown


O Facebook adicionou duas novas opções de estado civil em seu menu de opções.

Agora, além dos tradicionais casado, solteiro, divorciado, em um relacionamento sério etc., os usuários americanos podem selecionar “Em uma união civil” ou “Em uma parceria doméstica”.

As opções devem ser ofertadas em outros países em breve. Naqueles onde o casamento gay é permitido, elas não aparecerão, informou o Facebook ao blog especializado Mashable.

De acordo com o comunicado, as novas opções de estado civil foram implantadas devido a pedidos dos próprios usuários.

Em outubro do ano passado, o Facebook se uniu a associações que defendem os direitos gays para combater a prática do bullying online. A medida foi tomada depois que um jovem, vitima da prática, cometeu suicídio.

Fonte: RevistaInfo
Isso faria com que praticamente qualquer celular GSM tivesse acesso à página de relacionamentos.

O Facebook pode dar mais um passo para que todas as pessoas tenham acesso à sua página, independente do tipo de celular e sem a necessidade de conexão com a internet.

Depois do lançamento de um aplicativo para feature phones (goo.gl/HiPxE) e dos rumores de celulares do próprio Facebook (goo.gl/BoncK), a rede social de Mark Zuckerberg quer fazer com que o acesso à sua página seja ainda mais fácil, com o desenvolvimento de um cartão SIM proprietário.

De acordo com o site The Register, a empresa de segurança digital Gemalto conseguiu rodar um aplicativo do Facebook dentro de um cartão SIM. Se isso realmente se tornar realidade, fará com que qualquer aparelho que funcione com a tecnologia GSM tenha acesso ao site, sem a necessidade de ser um smartphone ou de instalação de qualquer outro app.

É claro que não se deve esperar que o aplicativo seja tão completo quanto os das versões para iOS e Android, mas deve bastar para atualizações de status, curtir, cutucar ou responder pedidos de amigos.

A grande vantagem de um aplicativo rodando diretamente do SIM é que ele não precisará de conexão à internet pois se comunicará via mensagens de texto de segunda classe, explica o site Dvice, que são enviadas e recebidas diretamente pelo SIM, sem dependência do usuário. Entretanto, o que o The Register destaca é que ainda não se sabe se, ou como, as operadoras poderiam cobrar por estas mensagens sendo enviadas e recebidas pelos celulares.

De qualquer, forma, seria esse mais um passo do Facebook para a dominação do mundo virtual?

Fonte: PortalGeek
Um policial do estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos, acredita que os hábitos das crianças e adolescentes na internet merecem mais atenção e aconselha pais a fazerem o possível para espioná-los, inclusive hackear a conta no Facebook.

James Batelli, chefe de polícia de Mahwah, acredita que os pais não devem ficar tranquilos sem saber o que seus filhos fazem em seus quartos, com um computador e acesso à internet. O policial contou ao site da NBC que o maior erro dos pais é a ingenuidade.

Batelli, que é pai de uma adolescente, acredita que determinados tipo de fotos no Facebook, por exemplo, podem prejudicar o currículo escolar dos filhos na hora de tentarem entrar em uma universidade.

Mas o policial vai além de só falar. Ele dá seminários em Mahwah onde os policiais ensinam os pais a instalarem spywares nos computadores de suas casas para roubar as senhas de sites de relacionamentos como o Facebook, por exemplo, para ficar de olho nas atividades de seus filhos.

É claro que há quem seja contra, como o psicólogo Jeffrey Kassinove, que afirma que este tipo de atitude dos pais promove uma falta de confiança. Segundo ele, os pais estariam ensinando que “mentir é certo” e não poderiam brigar com os filhos caso eles fizessem isso também.

Caroline Blake, uma mãe de adolescente, conta que não precisou roubar senha alguma. Ela diz que apenas conversou com seus filhos e pediu as informações, explicando a situação e o porquê dela precisar das senhas.

Como todas as situações possuem dois lados, Chris Matyszczyk, da CNET se pergunta o que aconteceria se os filhos descobrissem que estão sendo espionados, já que as crianças tendem a ser mais espertas em termos de computadores do que seus pais? E mais, o que aconteceria se eles decidissem invadir o computador de seus pais também?

Fonte: PortalGeek
A declaração veio após a reclamação de uma usuária que teve suas mensagens públicas utilizadas por jornais.

A Press Complaints Commission (PCC), um órgão auto-regulatório da imprensa britânica, declarou que as mensagens públicas postadas no Twitter são realmente públicas, ou seja, qualquer pessoa ou instituição tem o direito de usar, desde que dentro da lei, é claro.

A declaração é consequência de uma reclamação que havia sido feita por uma funcionária do Departamento de Trânsito, Sarah Baskerville, que afirmou que seus tweets foram utilizados sem seu consentimento por jornais britânicos e isso consistiria em invasão de privacidade.

A PCC recebeu reclamação contra os órgãos da imprensa e apurou os fatos. Segundo Bakersville, suas mensagens são, na verdade, privadas, e apenas seus 700 seguidores poderiam vê-las, afirmando ainda que elas em nada refletem a opinião do seu Departamento. Entretanto, A PCC afirma que este é um caso muito mais amplo do que seus seguidores, afinal, o simples retweet das mensagens aumentaria significativamente o número de leitores, conta o site da BBC.

Os jornais, por sua vez, afirmam que utilizaram as mensagens públicas da usuária do Twitter e que ela não tomou as medidas necessárias para tornar os tweets privados. O diretor da PCC, Stephen Abell, afirmou que como as pessoas estão utilizando cada vez mais as redes sociais para publicação de mensagens pessoais, sua instituição está recebendo cada vez mais pedidos para dizer o que é certo e o que não é.

“Neste caso, a comissão decidiu que a publicação das mensagens em jornais nacionais, mesmo que elas tenham sido originalmente destinadas a um público pequeno, não constituiu invasão de privacidade”, afirma Abell.

Olhando rapidamente os Termos de Serviço do Twitter (twitter.com/tos), facilmente encontra-se um trecho que afirma que ”What you say on Twitter may be viewed all around the world instantly. You are what you Tweet!”, ou seja, o que é dito no Twitter pode ser visto pelo mundo todo instantaneamente. E mais, no trecho ”This license is you authorizing us to make your Tweets available to the rest of the world and to let others do the same”, o usuário autoriza o microblog a publicar seus tweets para o mundo todo.

Fonte: PortalGeek