Pesquisa da comScore mostra que o uso de mensagens eletrônicas vem diminuindo


Considerado uma das maiores revoluções trazidas pela internet, o email vem sofrendo com a perda de interesse dos novos internautas. Um estudo realizado pela comScore nos Estados Unidos mostra que o número de usuários de sites que oferecem serviços de email, como o Gmail (Google) e Hotmail (Microsoft), vem caindo com o passar do tempo.

De acordo com o levantamento, no período de um ano, esses dois sites em especial perderam cerca de 6% de suas audiências, sendo que também houve uma redução de 10% no tempo gasto pelos internautas nesses endereços.

Enquanto isso, o número de acessos a caixas de mensagens através dos telefones celulares cresceu cerca de 36% o que, de acordo com a pesquisa, configuraria uma ameaça ao contínuo crescimento do webmail e confirmaria uma significativa e complexa mudança de hábitos de consumo digital.

"Hoje os internautas possuem inúmeras formas de se comunicar através da rede, sendo que podem fazê-lo por meio dos computadores, dos telefones celulares, das mensagens instantâneas ou das redes sociais. O declínio no uso do email é só uma prova dessa nova dinâmica, onde impera a comunicação sob demanda e atendida por diversas opções", coloca Mark Donovan, vice-presidente de mobile da comScore.

A pesquisa constatou ainda que, enquanto os usuários mais velhos se mantêm apegados à ferramenta, os adolescentes estão trocando o email pelas redes sociais. Os números mostram que, nesse caso, a queda no uso chega a 24% em doze meses. O declínio, segundo os entrevistados pela consultoria, deve-se principalmente ao sistema de troca de mensagens.

Fonte: MMOnline

Vídeo no YouTube e divulgação no Twitter fazem protesto contra Brastemp ganhar a rede




Quem ainda duvida do alto poder hoje depositado nas mãos dos consumidores através da internet e das redes sociais teve mais um prova de seu potencial de mobilização na última semana.

Apoiado pelo YouTube e pelo Twitter, Oswaldo Borrelli divulgou sua insatisfação com relação ao atendimento da Brastemp depois de sua geladeira apresentar problemas técnicos. Depois de procurar uma autorizada, não ter conseguido solucionar seu problema e ficar cerca de três meses sem geladeira em casa, o consumidor optou por radicalizar e postou no YouTube um vídeo contando sua história.

Na sequência, Borrelli pediu ajuda de outros internautas pelo Twitter para divulgar o vídeo e dar voz ao seu imbróglio junto à fabricante. O resultado: a marca apareceu entre as mais comentadas na rede social de microblogs na última sexta-feira, 28, e o vídeo já conta com quase 127,5 mil visualizações em três dias.

Diante da repercussão, a empresa procurou o consumidor com o compromisso de ressarcir seus prejuízos com a geladeira e ainda rever sua política de atendimento. Em comunicado, a Brastemp reconhece suas falhas e afirma ter solucionado o referido caso. A empresa acrescenta ainda que investe constantemente no relacionamento com seus clientes, além de "desenvolver tecnologia para entregar a eles a qualidade esperada e surpreendê-los com inovação".

Leia o comunicado na íntegra: "A satisfação dos nossos consumidores é nossa principal motivação. Cada um dos donos das dezenas de milhões de produtos que temos no mercado é, para nós, um cliente especial, que deve ser tratado de maneira individual.

A Brastemp se tornou uma marca respeitada porque investe continuamente em ouvir nossos consumidores e desenvolver tecnologias para entregar a eles a qualidade esperada e surpreendê-los com inovação. E fazemos isso por acreditar que a satisfação do consumidor é a nossa maior conquista.

É por tudo isso que nós, as pessoas que estamos por trás da Brastemp, nos sentimos muito frustrados quando uma falha como a cometida com o Sr. Oswaldo acontece, porque todos os nossos consumidores são igualmente importantes. Erros desse tipo fogem do nosso padrão de atendimento, mas não por isso são menos importantes para nós. Sempre que detectada uma falha no processo de atendimento, agimos prontamente. Foi o que aconteceu neste caso, resolvido no dia 24 de janeiro.

Para o consumidor,o problema está resolvido. Para nós, ele é parte de um aprendizado, que transformaremos em ações de melhoria nos nossos processos de atendimento, nos ajudando a eliminar casos como esse".

Fonte: MMOnline

Com mais de 2,6 milhões de seguidores, apresentador lança campanha criada pela DPZ para a administradora de cartões


A Itaucard apresenta no sábado 12 uma ação de massa no Twitter que tem Luciano Huck como protagonista. O lançamento acontecerá durante o programa Caldeirão do Huck, na TV Globo, quando o apresentador falará sobre o seu perfil no microblog e explicará a dinâmica da promoção.

Intitulada "Racha comigo, Luciano", a campanha promoverá o benefício de 50% de desconto que a administradora de cartões oferece aos seus clientes em programas culturais e de lazer – como ingressos para salas de cinema, shows, parques de diversão e jogos de futebol, entre outras atrações.

Para participar, é preciso seguir o apresentador global no Twitter. Os seguidores cadastrados deverão mandar tweets para o perfil @huckluciano, com a hashtag #itaucardracha, sugerindo uma determinada despesa a ter a metade de seu valor total paga por Huck. Os autores das justificativas mais originais terão seus desejos atendidos.

"A ação respeita a dinâmica do Twitter e também a do Luciano Huck com sua comunidade", diz Fernando Rodrigues, diretor de criação da DPZ, agência responsável pela iniciativa. "É uma ação que já começa falando com mais de dois milhões e meio de pessoas".

No site "Benefício feito por você", o usuário pode ainda escolher em qual plataforma deseja ter desconto: assinatura do pay per view, passagens aéreas, notebooks e outras 28 categorias

Com mais de 2,6 milhões de seguidores, Luciano Huck é o segundo brasileiro com maior número de fãs no Twitter, atrás apenas do jogador Kaká, do Real Madrid.

Fonte: MMonline
Em 2007 Brian Solis definia Mídias Sociais como: Qualquer ferramenta ou serviço que facilitava a comunicação na internet.  Em 2011 as mídias sociais criam produtores de conteúdo: Como Brian diz: As mídias sociais democretizaram a informação, transformando as pessoas de consumidores de conteúdo para produtores de conteúdo. É a mudança no mecanismo de transmissão da informação, do modelo de um-para-muitos para o modelo de muitos-para-muitos. É uma mudança incrível pois gera conversação entre autores, pessoas e parceiros.

Existem 3 coisas que você pode fazer quando recebe uma mensagem:

1) Nada. É o que geralmente acontece com a propaganda tradicional.

2) Você pode ser impactado pela mensagem e se organizar para protestar contra essa mensagem.

3) Você pode gostar da mensagem, se inspirar e sentir vontade de compartilhar com outras pessoas, através das suas redes sociais.

Por isso as mídias sociais precisam ser uma parte muito maior do planejamento de comunicação de sua empresa.

Seus clientes estão usando as mídias sociais: Umas das desculpas mais comuns usada pelas empresas é: “Nossos clientes não estão usando isso” e sabemos que isso já foi verdade no passado. Hoje sabemos que é mentira. As empresas não escolhem entrar ou não nas mídias sociais, elas já estão lá. Basta saber se elas querem saber o que estão falando e interagir, para criar um relacionamento com seus clientes e até, eventualmente, melhorar seus produtos, se houver um feedback. Confira aqui uma pesquisa nacional sobre o perfil dos usuários de redes sociais no Brasil

82% dos americanos tem participação em alguma rede social; Em 2007 este número era de 56%. Isso que dizer que em 3 anos, 26% da população aderiu as redes sociais.

Inativos: Não participam de nenhuma rede social 18%;

Expectadores: Assistem vídeos online, lêem blogs ou escutam podcasts 73%;

Em 2011 51% das pessoas fizeram um perfil no twitter, facebook ou linkedin, em 2007 este número era de apenas 25%;

Pessoas que assinam agregadores de notícias como RSS de blogs são 21%;

37% das pessoas postam sua opnião sobre produtos que compraram;

24% das pessoas criam conteúdo na web, em blogs, vídeos e podcasts;

Até as pessoas maisa velhas que não constumavam usar, estão usando mídias sociais.

O próximo passo é você tem que definir um perfil online para sua empresa. A fim de definir este perfil, você precisa responder estas 5 perguntas:

(1) O que nós queremos fazer ?
(2) Como queremos ser vistos ?
(3) Como estamos contribuindo para imagem da marca ?
(4) O que nós defendemos e quais são os valores da marca ?
(5) Quais redes sociais atuamos ou iremos atuar ?

Atue nas redes sociais em que mais citam sua empresa e procure resolver as reclamações ou pedidos do seu público nessas redes sociais. Não saia criando perfil em todas elas, aleatóriamente.

Participe e adicione valor a rede que você está participando. Responda as perguntas, interaja com conteúdo relevante ao em vez de apenas ficar divulgando descontos e promoções a torta e direita sem agregar valor para sua marca. Quantidade aqui é menos importante do que qualidade do material que você pode coletar a respeito da sua marca.

Outra dica é aprender com cada participação de clientes seus. Este é uma modalidade extremamente nova para as empresas e não sabemos com certeza onde estaremos daqui a cinco anos. Por isso, faça testes, pergunte a opnião de seus clientes e mensure esses resultados.

Outra dica importante é que as mídias sociais funcionam online mas deve ter seus princípios também no offline. De nada adianta sua empresa responder tweets e não atender o telefone no serviço de atendimento ao consumidor. A empresa precisa estar alinhada como um todo.

Você precisa decidir as regras do engajamento: Criar uma política de comunicação social que define sua postura nas redes sociais é a melhor maneira de superar o seu medo de que sua marca vai ser “roubada” on-line.

O vídeo cita o exemplo de que se você for viajar para um país que você não está familiarizado com os costumes, você pesquisa e se informa para não fazer nenhuma gafe. E você instrui seus funcionários a fazerem o mesmo, com uma plítica clara de como devem agir. O importante é orientar e não proibir o uso. Vale lembrar que a diretoria e os cargos mais altos também devem estar familiarizados com esta política.

Comece! Não tem como você assitir uma revolução do lado de fora. Brian é um cara que cumpre o que ele prega. E você precisa colocar a mão na massa para enteder o que ele está dizendo.

Qual a experiência de Brian Solis sobre mídias sociais ? Com certeza muitas pesosas que você conhece já ouviram ele falar sobre o assunto e o respeitam. Incluindo Tony Hsieh, CEO da varejista online agora famoso, Zappos.com. Aqui está o que Tony tem a dizer sobre o livro:

“Afinidade é pessoal e emocional. Sem personalidade a empresa e o que ela simboliza, é difícil para os clientes para manter contato com sua marca. Os conceitos deste livro podem ajudar a sua marca se envolver em uma maneira que inspire as comunidades a estender a sua mensagem, promessa, e abrangência. “

Espero que tenham gostado do post e da tradução. Meio complicado traduzir o vídeo todo mas deu pra abordar todos os elementos principais do vídeo. Aguardo um feedback de vocês nos comentários ou via twitter no @idegasperi

Fonte: MídiasSociais
A Razorfish lançou o Liminal, novo estudo que mais uma vez aponta as últimas tendências digitais. O estudo reúne dados compilados a partir de entrevistas individuais em profundidade e do monitoramento online de cerca de seis mil consumidores que fazem parte do banco de dados da companhia aérea Virgin America, além de englobar dados sobre o engajamento em mídias sociais relativos a mais de 100 mil usuários de Internet compilados pela empresa Rapleaf.

“A partir do Liminal é possível é olhar para a gestão de relacionamento com o cliente mais do ponto de vista de um consumidor do que de um anunciante, de modo a compreender melhor como as pessoas escolhem interagir com as marcas”, comenta Fernando Tassinari, general manager da Razorfish Brasil.

Apesar dos anunciantes estarem cada vez mais presentes nas redes sociais, como Facebook e Twitter, o consumidor ainda não consegue enxergar essas plataformas como fontes de envolvimento com uma marca, uma vez que não atendem a todas as expectativas da audiência. A maioria das pessoas ainda prefere manter contato com uma marca através de métodos mais tradicionais como o e-mail, sites da empresa ou, ainda, por meio do boca a boca.

Os consumidores citaram o fato de sentirem-se valorizados como sendo o elemento mais importante para o envolvimento com uma marca. "Todos querem a mesma coisa. Assim, as empresas devem se preocupar menos com a construção de inúmeros canais e pontos de contato e mais sobre como assegurar que cada interação com o cliente comunique valor", aconselha Tassinari.

O estudo também revela que o conceito de "consumidor no controle", mantra amplamente divulgado nos últimos anos, pode não ser tão adequado quanto se pensava. Entre as seis qualidades que definem o engajamento – sentir-se valorizado, confiança, eficiência, coerência, pertinência e controle –, este último foi classificado como o menos significativo entre os consumidores.

Enquanto redes sociais como o Facebook são respeitadas por entregar controle e relevância, não são tão bem sucedidas em auxiliar as marcas a fazerem com que sua audiência sinta-se valorizada. De qualquer maneira, as empresas podem tomar medidas para mudar essa percepção. O estudo aponta para alguns recursos na página do Facebook que são “sensíveis” às necessidades do cliente e onde, por exemplo, os fãs de uma determinada marca de vestuário têm a possibilidade de receber em primeira mão notícias sobre uma eventual liquidação.

Como parte do estudo, a Razorfish também criou uma ferramenta intitulada “Ranking de Influência do Consumidor” – uma equação que auxilia as marcas a avaliarem o valor de um consumidor com base em sua influência e alcance, bem como a intenção e o poder de compra deste indivíduo. A equação baseia-se fortemente no Twitter, uma vez que o serviço de microblogging é a mais pública e controlável de todas as principais plataformas sociais, observa o relatório.

O Ranking de Influência do Consumidor é o outro lado da pontuação SIM Score (Marketing de Influência Social), desenvolvida pela Razorfish em 2009 para ajudar a medir a influência das próprias marcas nas mídias sociais. A metodologia SIM Score proporciona uma análise mais abrangente da estabilidade de uma marca, e não apenas de sua força na web social.

Para ler o estudo na íntegra acesse: http://Liminal.Razorfish.com.

Fonte: AdNews
A internet vem se expandindo Brasil afora. Levantamento da TELEBRASIL – Associação Brasileira de Telecomunicações - sinaliza que, em janeiro, a oferta alcançou 88% dos municípios, ou seja, 4.897 cidades. Esses municípios concentram 185 milhões de habitantes, o que representa quase a totalidade (96%) da população brasileira, segundo a TELEBRASIL.

De acordo com o estudo, os acessos em banda larga fixa e móvel das prestadoras privadas chegaram a 36,1 milhões em janeiro, o que representa um crescimento de 53% em relação a janeiro de 2010. A adição de 12,4 milhões de novos acessos nesse período foi feita ao ritmo de 24 novas instalações por minuto. O crescimento dos acessos por meio do Serviço Móvel Pessoal (SMP) – que inclui modems de conexão à internet móvel e terminais de terceira geração (3G), como os smartphones – foi de 85%.

A competição nos serviços já é uma realidade e está plenamente estabelecida. No País, 1.551 municípios contam com pelo menos duas prestadoras de serviços de acesso à internet em alta velocidade. Destes, 1.035 têm menos de 50 mil habitantes. Nos grandes centros – os 510 municípios que concentram 60% da população – há pelo menos três prestadoras de serviços. E em 174 municípios, que concentram 86 milhões de habitantes, há pelo menos cinco prestadoras.

Os serviços de acesso à internet em alta velocidade continuam alcançando crescentes parcelas da população em municípios de pequeno e médio porte e já chegaram ao pleno atendimento dos grandes centros urbanos. Essa evolução tem sido vertiginosa, mesmo com a pesada carga tributária, que varia de 43% a 63% sobre o preço dos serviços e é recolhida diretamente aos cofres públicos, onerando o cidadão. Caso os impostos sejam reduzidos, os gastos dos usuários com esses serviços diminuirão na exata proporção da redução desses índices.”

Fonte: AdNews
DUBAI (Reuters) - Centenas de pessoas aderiram a uma campanha no Facebook pela realização de um 'dia de fúria' no mês que vem na Arábia Saudita, a fim de exigir eleições, liberdades para as mulheres e libertação de presos políticos.

Até esta quarta-feira de manhã, mais de 460 pessoas haviam aderido ao protesto convocado para 11 de março no reino, que é o maior exportador mundial de petróleo e tem uma monarquia absolutista.

É impossível verificar, no entanto, quantas dessas pessoas estão na Arábia Saudita, e se o protesto irá de fato ocorrer.

As rebeliões árabes que derrubaram líderes na Tunísia e Egito foram iniciadas por jovens que se mobilizavam por redes sociais, mas ativistas na Arábia Saudita disseram que uma recente convocação pela internet para protestos em Riad não conseguiu levar ninguém às ruas.

No mês passado, uma manifestação em Jidá, depois de uma inundação na segunda maior cidade saudita, foi rapidamente dissolvida.

Os ativistas do Facebook reivindicam 'que o governante e os membros do Conselho Shura (consultivo) sejam eleitos pelo povo', que haja um Judiciário independente, liberdade de expressão e reunião e que sejam libertados os presos políticos.

Eles pedem também um salário mínimo de 10 mil rials (2.700 dólares), mais oportunidades de emprego, criação de um órgão de combate à corrupção e revogação de 'impostos e taxas injustificados'.

Há ainda pedidos de reconstrução das Forças Armadas, reforma do clero conservador sunita e 'abolição de todas as restrições ilegais sobre as mulheres'.

Apesar da sua riqueza petrolífera, a Arábia Saudita enfrenta um índice desemprego que chegou a 10,5 por cento em 2009. O reino oferece benefícios sociais a seus 18 milhões de cidadãos, mas estes são considerados menos generosos que os de outros países petrolíferos do golfo Pérsico.

O rei Abdullah, que voltou ao país nesta quarta-feira, após meses de tratamento médico no exterior, anunciou logo depois de sua chegada a Riad benefícios no valor de 35 bilhões de dólares para a população.

Mas as medidas não incluem reformas políticas, como as novas eleições municipais reivindicadas por grupos liberais ou oposicionistas. Nunca houve um Parlamento eleito no reino, que não tolera dissidências públicas.

Fonte: G1
A crise política no Egito deu margem a diferentes análises por parte de estudiosos e cientistas políticos. A maioria delas, citaram um elemento em comum: o uso das mídias sociais no processo revolucionário e enriqueceram ainda mais o debate sobre os impactos do ciberespaço no mundo real. Enquanto alguns denominam a queda de Mubarak como uma ‘Revolução Facebook’, outros encaram isso como um exagero e uma maneira ingênua de distorcer a realidade e minimizar a atuação dos agentes políticos envolvidos.

“’(…) não havia internet em 1917 e os russos fizeram a revolução’. Do ponto de vista objetivo, a frase é perfeita. Mas o sentido dado a ela é distorcido”(Corazza, 2011, p.01). A pluralidade de tipos de redes sociais virtuais e de formas de usá-las é facilmente observada e já começa a gerar efeitos significativos nas diversas esferas que compõem a sociedade atual, denominada sociedade da informação.

Essa nova sociedade é caracterizada principalmente pela “capacidade que seus membros (cidadãos, empresas, poder público, etc) possuem de obter e compartilhar qualquer informação instantaneamente de qualquer lugar e da maneira mais adequada” (Palhares; Rosa; Silva, 2009, p.3). Desta maneira, o acesso ampliado à informação passa a ser um fator facilitador para que transformações sociais e culturais ocorram de maneira menos morosa, provocando uma mudança acelerada de valores, atitudes e comportamentos em diversos grupos sociais.

Tais constatações começam a ser feitas a partir da explosão tecnológica dos anos 1990, que traz consigo meios de comunicação sofisticados, tais como a Internet e as novidades do ramo das telecomunicações. Trata-se das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s) que se tornam cada vez mais presentes no desenvolvimento científico, econômico, social e político e potencializam uma nova era em que passa a existir “uma revolução do próprio processo de compreensão do mundo” (Palhares; Rosa; Silva, 2009, p.3).

No entanto, esse movimento está longe de ser considerado uma cultura global, seja pela resistência de alguns grupos ou pela falta de acesso às novas tecnologias, o que vem dando margem a um descompasso tecnológico entre países e a carência por políticas de inclusão digital. Em acordo com a União Internacional da Telecomunicação (UIT), enquanto 71% da população dos países desenvolvidos tem acesso a Internet, nos países em desenvolvimento essa porcentagem não ultrapassa os 21% (The World in 2010: Facts and Figures – UIT, 2010).

Porém, o que se observa é que a relação entre a quantidade de usuários e o impacto causado pelo uso das TIC’s não é totalmente proporcional. Exemplos de cunho político, como a queda do presidente Hosni Mubarak no Egito, ilustram isso de maneira reveladora. Os manifestantes egípcios em meados de janeiro de 2011 transformaram a rede social mais usada no mundo, o Facebook, num instrumento a favor de sua causa, a  partir da criação de uma página onde eram postadas mensagens que conclamavam a população, sobretudo os mais jovens, para a revolução.

A página criada no Facebook trazia informações sobre quando, onde e como os manifestantes se encontrariam, alertas sobre que tipo de equipamentos usariam (máscaras de gás lacrimogêneo, por exemplo), links para informações mais detalhadas, meios de contato com voluntários, informações sobre formas de conduta, além de uma “sala de debates” que disponibilizava atualizações constantes feitas pelos próprios usuários da página, que em menos de uma hora após a sua criação já contabilizava mais de 100 mil adesões (Carranca, 2011).

As informações se replicaram rapidamente entre os internautas egípcios que, em paralelo, apoiavam e incitavam para manifestações em suas páginas pessoais. Asmaa Mahfouz, uma jovem de 25 anos, por exemplo, postou em seu perfil do Facebook, várias mensagens de apoio ao protesto na Praça Tahrir. “Eu vou para a Praça Tahrir no dia 25 de janeiro. Eu vou lutar por meus direitos e das pessoas torturadas até a morte pelas forças de segurança” (Carranca, 2011, p.1). Mensagens como essas foram difundidas entre amigos e familiares dos manifestantes o que corroborou para que o protesto na Praça Tahrir reunisse centenas de milhares de pessoas, quando o esperado era algo em torno de 20 mil simpatizantes e se transformasse em um dos símbolos das manifestações no Egito que terminaram no dia 13 de fevereiro de 2011 com a renúncia do presidente Mubarak que já completava 30 anos no poder.

Por outro lado, existemcontra-argumentos que propõem um reforço ao ceticismo em relação à atuação das redes sociais nos protestos do Egito. A maioria desses argumentos baseia-se nos fatos de que 80% da população egípcia não tem acesso à internet e de que o número de usuários egípcios do Facebook seja pouco expressivo, sendo estimado em 6,46% dos usuários mundiais (algo em torno de 5,2 milhões de pessoas, número menor do que o de seguidores do presidente norte-americano, Barack Obama, no Twitter) (Corzazza, 2011). Além, é claro, das restrições no acesso à internet promovidas pelo governo desde o início dos protestos, as limitações infoestruturais e as técnicas de manipulação da informação.

A tentativa de minimizar os efeitos da revolução ‘virtual’ no Egito talvez seja uma forma de enriquecer o debate sobre o poder das redes sociais no mundo contemporâneo, mas negligenciá-los parece ser um erro. Ainda que o acesso seja restrito, a Internet no Egito está  ao alcance de uma parcela considerável da população e, além disso, o seu papel como transmissora de informação chega a ser ainda mais importante do que o seu poder de mobilização.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo em setembro de 2010, o sociólogo Manuel Castells, referência atual em estudos e pesquisa sobre a sociedade da informação e as TIC’s, defendeu a idéia de que ao levar em conta que o poder político sempre esteve baseado no controle e na manipulação da informação, a Internet pode ser considerada uma ameaça a este tipo de poder por conceder um grau de autonomia comunicativa e informacional relativamente alto ao indivíduo. Para Castells, “a Internet é a construção da autonomia da sociedade civil” (Castells, 2010), algo que os governos sempre temeram.

Por conseguinte, um modo de acabar com essa ameaça seria o bloqueio ao acesso à rede mundial de computadores e todos os seus recursos, estratégia usada pelo governo de Mubarak. Castells admite ser essa a solução mais eficiente, porém, a mais cara, cujo preço nenhum país pode pagar “porque além de livre expressão, a rede é educação, economia, negócios, é a eletricidade de nossa sociedade”. E como se não bastasse, este tipo de ação distancia povo e governo, gerando desconfiança mútua entre dois dos elementos clássicos e fundamentais do Estado.

Mas considerar a Internet como uma ameaça não quer dizer que ela possui ampla influência no comportamento dos governos. Os governos passam a levá-la em consideração ao pautar suas ações, sabem que não podem mentir e nem manipular a informação sem tomar o máximo de precaução, porém isso não pode ser ponderado como uma alteração de comportamento.

Castells, nesse sentindo, apresenta alguns exemplos interessantes como as manifestações no Irã em 2009 contra a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad e a deposição do ex-presidente de Honduras Manuel Zelaya, dois episódios com resultados diferentes em que a Internet, sobretudo o Twitter, funcionou como um instrumento mobilizador importante. Para Castells, o fato de Zelaya ter sido deposto e de Ahmadinejad seguir no poder demonstra que o substrato principal do uso das redes sociais nas manifestações contra o status quo político são as “mudanças que se produzem na mente das pessoas, [ou seja, quando] as pessoas mudam sua forma de pensar e, portanto, de atuar. [Dessa forma,] as ideias não passam necessariamente pela mudança política, mas sim pelas mudanças que os governos têm de implementar em função da pressão da sociedade” (Castells, 2011).

Portanto, classificar o episódio do Egito como uma ‘Revolução Facebook’ é errôneo do ponto de vista que resume todos os acontecimentos como tão somente consequências do uso da Internet e de suas mídias sociais. Mas, o mesmo não acontece se consideramos o ponto de vista que coloca esse fato como um marco na inclusão deste tipo de ferramenta nos processos revolucionários. Não cabe desmerecer as formas usuais de protestos que deram início à revoluções históricas como a Revolução Russa de 1917 e a da Praça Tian’anmen em Pequim em 1989, nem esperar que posts, status ou tweetsconsigam mudar o mundo.

Sendo assim, torna-se mais comedido considerar a Internet como mais uma ferramenta capaz de contribuir com o trabalho das instituições civis e dos demais atores sociais, sem necessariamente substituí-los, em determinados processos de transformação política.  Por conseguinte o que se deve esperar são episódios em que essa ferramenta possua uma performance que extrapole os limites virtuais da própria rede intercalados por episódios em que essa transposição não se faça verdade, como aconteceu no Irã em 2009.

Fonte: MidiasSociais
O grat.es, aplicativo Web para Twitter lançado ontem, promete oferecer um modelo inovador de negócio para promover, participar e mensurar sorteios no Twitter, misturando elementos dos sites de compras coletivas.

Funciona assim: quando o usuário acessa a página inicial do site, se depara com um sorteio e, como o próprio nome sugere, o usuário não desembolsa nada para participar, pelo menos não em dinheiro. A ideia é que ele troque um tweet por uma chance de ganhar o que o anunciante oferece. O sorteio só acontece quando chegar ao número de tweets estabelecido. “O usuário troca sua relevância por uma espécie de ‘cupom’ e se sente motivado a divulgar aos seus amigos, para que o sorteio aconteça o mais rápido possível”, completa Filipe Boldo, criador da aplicação e diretor da Hyperbolic, produtora Web de Jaraguá do Sul-SC.

Com nenhum outro similar no mercado nacional e internacional, o grat.es pode inaugurar um novo modelo na Web, os “sorteios coletivos”. E, segundo alguns nomes da Internet brasileira, essa é uma possibilidade real. Neste tweet, Marco Gomes, fundador da boo-box e personalidade conhecida na Web mundialmente, afirma que “é a aplicação de Twitter mais genial dos últimos tempos” – ele mesmo foi o primeiro usuário.

Da concepção ao primeiro protótipo funcional foram apenas dois dias. “Sei do potencial do negócio e queria lançar algo o mais rápido possível para conseguir colher feedbacks. Em dois dias, eu tinha o protótipo funcional, este que está on-line agora”, diz Boldo. Os próximos passos, segundo o fundador, são disponibilizar uma versão com um design mais amigável, amadurecer o sistema e conquistar parcerias relevantes. “Quantas possiblidades uma plataforma de sorteios abre? Muitas: do lançamento de um produto até a propagação da marca nas redes sociais, estou curioso para ver o que vai acontecer com o grat.es.”, conclui Filipe.

São os brasileiros empreendendo cada vez mais na internet.

Fonte: Midia Boom
 



Todos já devem ter se perguntado um dia: “onde tal pessoa famosa está neste momento?”; “será que ela vai a lugares comuns?”.

Hoje, existe no mercado uma infinidade de aplicativos, serviços e redes sociais que nos permitem dizer por onde andamos. É a tão falada geolocalização.

Este ano, os espanhóis desenvolveram uma mídia/rede social que permite que o usuário saiba onde as famosidades comem, trabalham, fazem compras, paqueram e saem todos os dias.

Tours é o nome da rede social onde as “pessoas comuns” acessam os dados de geolocalização compartilhados pelas estrelas e identificados com o símbolo das atividades que elas pretendem fazer em cada local.

Serviço para smartphones e tablets – Foto: divulgação

Os usuários podem se cadastrar e compartilhar até seis atividades com os amigos, totalmente de graça, pela internet ou por meio do aplicativo. Mas para acompanhar cada celebridade, os donos do Tours pedem que o interessado abra mão de € 1,00 (1 euro), cerca de R$ 2,30.

Segundo os desenvolvedores, o usuário paga apenas uma vez e tem acesso a todas as atividades registradas pela celebridade. Os responsáveis afirmam que estão negociando parcerias comerciais com três celebridades da Espanha, país onde a rede estreará em breve.  No Brasil, a cidade escolhida para o início do serviço foi São Paulo, mas ainda sem data confirmada.

Além de compartilhar os planos do dia, o usuário pode fazer check-in quando chegar aos lugares, exatamente como acontece em outras redes sociais baseadas em geolocalização, como o Foursquare. Além disso, será possível comentar os planos dos amigos e vincular imagens a lugares. O serviço para iPhone só estará disponível após o lançamento da rede social na Espanha.

E aqui no Brasil, será que a moda vai pegar entre os famosos? Posso até imaginar os locais que certas celebridades farão seus check-ins.

Fonte: Mídia Boom


Quem é o usuário brasileiro de mídia social? Quais seus hábitos online? Como se relaciona com marcas e produtos através de ferramentas web2.0? São essas as questões que visa responder o estudo inédito sobre Perfil de Usuários de Mídia Social no Brasil, realizado pela eCMetrics.  A pesquisa foi realizada em dezembro de 2010 com 2.440 membros do painel online eCGlobalPanel, um dos maiores painéis online de pesquisa da América Latina com mais de 190 mil consumidores brasileiros ativos e mais de 500 mil na América Latina (um dos maiores desta região).

Sabemos que mais de 90% dos internautas brasileiros estão cadastrados ao menos em uma rede social (Ibope, nov/2010), mas como o brasileiro está se comportando diante desta nova realidade? E como isto afeta o relacionamento deles com as empresas/marcas?

“Ainda que a grande maioria das empresas já tenha dado seus primeiros passos nas redes sociais, muitas grandes marcas no Brasil parecem não ter definido com clareza sua estratégia no segmento de Mídias Sociais. Um dos intuitos deste estudo é servir como ferramenta de suporte para a definição destas estratégias”, afirma Iván Casas, CEO da eCMetrics.

O estudo revela diversos dados bem interessantes sobre como, nós, brasileiros, atuamos na utilização das Redes Sociaos Virtuais. Um estudo para guardar nos favoritos e compartilhar na agência!

Fonte: MidiaBoom


Vocês provavelmente estão familiarizados com ferramentas de monitoramento de marcas em redes sociais correto? Agora, passarei por aqui todas as semanas para falar sobre a principal ferramenta de monitoramento de marcas: o Google.

Em dezembro, um artigo publicado por Danny Sullivan revelou que o Google e o Bing confirmaram que links compartilhados pelo Twitter e Facebook teriam um impacto direto em rankings. A informação foi confirmada pelo chefe da equipe de webspam do Google no vídeo Does Google use data from social sites in ranking?

 

De acordo com a entrevista feita por Sullivan e o vídeo resposta de Matt Cutts, os links compartilhados no Twitter e Facebook são avaliados com base na pessoa/entidade que linka por um fator que o Google chama de “Author Authority”. Ou seja, de nada adiantará encher um perfil de links se o perfil não for relevante. Por isso, Social Media se tornou o alvo dos SEOs e provavelmente será um assunto muito discutido ao longo deste ano.

Outro artigo que vale a pena mencionar foi o postado no blog oficial do Google “Being bad to your customers is bad for business” onde o Google afirma que consegue distinguir uma menção negativa de uma menção positiva. Vale como um alerta para os espertinhos que tentarão conseguir menções a qualquer custo.

Um mês antes desta notícia, participei do Pubcon, um evento de search engine marketing e internet marketing organizado por um dos maiores fóruns de discussão sobre SEO, o WebmasterWorld. O evento foi realizado em Las Vegas e contou com os maiores nomes do mercado incluindo o chefe da equipe de webspam do Google. Além das palestras sobre Conversion Rate Optimization, um assunto que chamou muito minha atenção foi a importância das mídias sociais para SEO. O tema foi muito discutido e, ao longo das próximas semanas, gostaria de dividir algumas dicas que estes grandes profissionais compartilharam. Começando com as dicas mais básicas e que você precisa executar:

  • Reivindique seu Google Profile porque ele provavelmente aparecerá na primeira página de resultados para o seu nome.



  • Domine resultados de buscas pelo seu nome; utilize o Knowem para registrar todos os seus usernames nas principais redes sociais.




Semana que vem voltarei com mais dicas do Pubcon sobre Social Media Marketing e como utilizá-las em suas estratégias de SEO. *Não sabe o que é SEO? Leia o trecho de minha monografia sobre marketing digital O que é SEO?

Fonte: MidiasSociais
Já venho usando a algum tempo mais uma rede social e pelo que vi, já tem bastante gente usando também. Vamos conhecer o GetGlue, a nova rede social que integra funcções do Facebook (like), do Twitter ( timeline, seguir e ser seguido por seus amigos) e Forsquare ( dar checkin, ganhar badges

O foco do GetGlue são pessoas que gostam de compartilhar o que estão vendo, seja um filme ou seriado, lendo um livro ou ouvindo um álbum de música do seu artista favorito. Você pode colaborar escrevendo reviews e dando sua opnião sobre vários formatos.

Gostei da experiência.

 

O GetGlue tem uma interface limpa e bem fácil de se usar. Você tem uma timeline que mostra a atividade recente das pessoas que você está seguindo ou os Badges que esles estão acumulando. Ainda existe a opção de ver as sugestões indicadas pela própria rede social ou os assuntos em que estão em alta no site, algo como o trendig topics. Como no twitter.



No sistema de busca deles, você pode pesquisar por filmes, pessoas ( bandas, diretores de cinema, escritores ) e dar um like, com apenas um clique. Esta é a parte semelhante ao facebook.

A rede social ainda permite compartilhar suas atividades no twitter e no facebook, com muita facilidade.



Quando você favorita um filme, você habilita uma contagem regressiva, de 50 likes. Após o término desse número você recebe um selo ( badge ). Outras atividades dentro da rede social também lhe dão badges, como instalar o aplicativo no iphone, ou dar chekin em algum filme ou seriado ( que vale mais pontos ainda se o programa estiver passando ao vivo ). Esta é a parte semelhante ao Foursquare.



Eu também instalei o app do GetGlue no iphone, e pretendo fazer um tutorial sobre ele em breve. Também está disponível para Ipad e outros celulares. Confira na parte de apps.

Espero que gostem e cadastrem-se. Ainda estou usando o GetGlue e aviso, que ele vicia muito rápido. Se tiverem alguma outra dica que deixei passar, deixem comentários aqui… Aguardo o feedback de vocês… Meu twitter é o @idegasperi.

Por: @idegasperi

Fonte: MidiasSociais

O que é?


“ (…) o Tumblr é uma rede de lightbloggin que tem feito muito sucesso na rede, por ser uma plataforma simples que permite a publicação de textos, links, imagens, áudio e vídeos”



“É uma opção para quem não curte os blogs tradicionais, mas precisa de mais de 140 caracteres para se expressar”



“WordPress + Twitter = Tumblr




Mas também pode ser:



Com ele, basicamente, você pode publicar textos, fotos (imagens), citações, conversas, áudios e vídeos de uma forma mais prática, rápida e intuitiva. Sem as limitações do microblog (Twitter) e sem as complicações do blog (WordPress), o Tumblr é a ferramente ideal para quem curte o conceito minimalista.



Como podemos usá-lo?


Há diversas formas de usar o Tumblr, mas as que eu mais tenho visto são essas:


- Pessoal (blog/fotolog)


Além dos milhares tumblrs de adolescentes que postam/reblogam fotos fofas, frases e blá blá, podemos encontrar Tumblrs de humor, como o Fica, vai ter Bolo! ,Tumblrs que misturam declaração de amor com arte, como o HJ Story (que usa domínio próprio) entre outras variedades.


- Lifestreaming (agregador de conteúdo)


Um dos melhores exemplos de agregador de conteúdo é  o tumblr do  Tiago Dória.


- Jornalismo


Revista Exame e a revista Newsweek .


- Cobertura de eventos pequenos


- Portfólio



Fonte: MidiasSociais
Eu vi no ResultsON o infográfico abaixo sobre a rotina do profissional que trabalha com mídias sociais. E decidi postar aqui no blog o infográfico e contar também a minha experiência, com mídias sociais, no meu dia-a-dia.



Bom, acho importante lembrar aqui que não vou traduzir o infográfico e sim especificar a minha rotina de trabalho, que com certeza, vai coincidir com algumas coisas do gráfico.

Monitoramento

Eu atendo mais de um cliente e o meu dia começa monitorando os canais de cada um deles para saber se tem perguntas, elogios, reclamações ou qualquer citação referente aos clientes. Tenho todos eles cadastrados no Hootsuite. Começo pelo twitter e depois vou acessando os canais oficiais dos clientes (Blog, Fanpages, Youtube, Flickr, Linkedin, Slideshare etc…) Me organizo assim. Depois pesquiso fora dos canais oficiais e para isso uso  ferramentas gratuitas para monitoramento em tempo real nas mídias sociais.

Nesse monitoramento feito, se achar posts sobre os clientes, eu comento, respondo algumas dúvidas, vejo se existe a possibilidade de colocar um link ou manter contato para enviar um post futuramente. Isso se chama Linkbuilding e é importantíssimo. Por isso recomendo muito saber SEO.

Se achar reclamações, e acreditem, sempre aparecem, de todos os tipos eu avalio:

1) É terrorismo puro do cliente e não deve ser mexido.

2) É crítica/dúvida que basta uma pesquisa básica que eu mesmo faço e respondo

3) É problema mesmo e tem que ser encaminhado para empresa do cliente resolver diretamente.

Gosto também de acompanhar pelo google analytics o desempenho dos acessos, taxa de rejeição, tempo de permanência etc…

Abro meus emails, e tento deixar a inbox zerada. Respondo o que eu posso, encaminho o email para o responsável, se for o caso, ou salvo pra responder depois se não for urgente.

Produção de Conteúdo

Após feito o monitoramento eu preciso atualizar os canais dos clientes. Mesmo que eu não escreva todos os posts ( temos fornecedores que enviam os posts prontos ) tenho que publicar os artigos enviados. Esta etapa novamente requer um conhecimento em SEO e uma pesquisa básica no Google Insight for searches do google, para você colocar boas palavras no títulos dos posts, colocar links no próprio post etc etc… )

E depois divulgar esses links no twitter, na fan page do facebook, e ter o cuidado de reescrever o título do post para deixar ele mais interessante e que caiba em 140 caracteres no caso do twitter e explorar mais o espaço do mural da fanpage do facebook.

Dependendo do dia, se está mais corrido eu agendo alguns tweets pra não deixar de ter conteúdo no perfil dos clientes. Tenho um cliente que precisa ter tweets no fim de semana e de madrugada, ai separar uma hora do dia para agendar estes tweets é fundamental.

Algumas vezes escrevo textos mais elaborados… olha lá no Blog da Tecnisa, no Techtudo ou pro portal Nós da Comunicação que já faz um tempo que não consigo mais mandar posts pra lá.

Para alguns clientes no hootsuite eu nem habilito a timeline deles. Eu deixo uma pesquisa salva para pegar citações no twitter sem que seja necessariamente feito uma citação com @twitterdocliente. Além de monitorar os concorrentes.

Na minha timeline eu tenho diversos profissionais com conteúdos variados que acabo retuitando algumas coisas relevantes para os clientes. E me mantenho informado também.

Uma coisa muito importante também ( e o que eu gosto muito no Hootsuite ) é taguear os links pra mensurar os resultados depois. ( este é um post sobre monitoramento que tem tempo que quero fazer e ainda não fiz, talvez se vc´s me cobrarem eu faça logo hehehe)

Relacionamento

Durante o dia, estou sempre conectado: Skype, Msn, Gtalk, Facebook, Twitter. Como presto serviço, converso com os clientes por estes canais. Uso muito o Dropbox para receber arquivos dos clientes.

Apesar do desafio para não perder o foco no que você está fazendo é muito importante dar atenção e tentar atender seus contatos pedindo aquela ajudinha, seja para divulgar um link ou como alterar alguma coisa na fanpage do Facebook ou que ferramenta de twitter utilizar para tal situação.

Trato todo mundo bem e sempre procuro ajudar. Se não der, acredite, não deu mesmo.

Este relacionamento vai além dos meios de comunicação digital, sempre que dá marco um happy hour, para aliar o útil ao agradável. Além do que sempre é bom você saber dos projetos que seus colegas estão fazendo, até tirar dúvidas ou trocar experiências.

Muito importante você estar presente nos eventos, como teve o Social Media Week aqui em São Paulo, além de assistir as palestras, trocar ideias e conversar com os outros profissionais de mídias sociais. Quem é visto é lembrado. Fico muito feliz quando encontro com profissionais renomados e eles me chamam pelo nome. Se não lembram meu nome, a maioria sabe que trabalho pra Tecnisa e tenho o Blog Mídias Sociais.

Parte Técnica

Alguns clientes tem agência e outros não. Os que não têm eu acabo dando uma revisada nos plugins de wordpress que o blog deles usa. Estou sempre pesquisando e atento a coisas novas. Então acabo cuidando dessas coisas técnicas, desde atualziar um plugin de wordpress, versão do wordpress que está rodando o blog, pesquisar por ferramentas que ajudem na mensuração dos resultados para os clientes, que vamos falar no próximo tópico.

As vezes precisamos subir algumas coisas por ftp,  algum código específico … por isso precisamos entender algumas coisas desse nível. Muitas vezes preciso de ajuda e é uma boa hora para usar seus contatos e os amigos que te pedem ajuda. É uma via de 2 mãos.

Mensuração dos Resultados

Assunto muito abordado em qualquer evento de mídias sociais, é como se mensurar as ações e os resultados dos investimentos ( famoso ROI). Já dei uma dica ali em cima de tagueamento de links que o Hootsuite faz ( na versão paga ) mas que o google oferece gratuitamente aqui.

O google analytics é fundamental, criando metas e filtros conforme a necessidade de cada cliente.

Cada rede social normalmente possui um sistema para indicar suas métricas.

Você deve conhecer estes recursos e como retirar as informações dele; Agora, uma sugestão, muita gente vem me perguntar como fazer os relátorios de apresentação dos resultados e existem inúmeras possibilidades. Para um cliente eu preencho um dashboard em Excell com as métricas definidas em conjunto com o cliente sobre as informações que ele precisa ( alguns tópicos de 2 em 2 dias, outros semanalmente ou mensalmente ) para apresentar no final do mes um belo gráfico com o desempenho do trabalho.

Remuneração

Muita gente que me segue no twitter @idegasperi vem me perguntar quanto que ganha um profissional que trabalha com mídias sociais. Alias, tem muita, mas muita gente mesmo, procurando profissional de mídias sociais. Se você está procurando emprego não deixe de seguir o @midiasblog pois sempre divulgamos vagas.


Vamos lá… lógico que depende muito do mercado e da região que você está.

Aqui em SP um profissional que começa a trabalhar com isso, em média, começa ganhando 2 mil reais.

Se já tem uma certa experiência ganha em torno de 3 mil e quinhentos reais pra mais, dependendo ai da sua experiência e dos trabalhos que você já fez. O tempo de trabalho influencia diretamente também no valor.

Nossa, praticamente escrevi um tutorial, tudo o que você deseja saber sobre o profissional de mídias sociais e tinha medo de perguntar hehehe Com certeza não falei tudo, mas acho legal pois ai vc´s perguntam nos comentarios que eu vou respondendo né ?

Por: @IDEGASPERI

Fonte: MidiasSociais
Após as participações na 4ª edição da Campus Party Brasil e na Social Media Week, ambas em São Paulo, os criadores do site Jovem Nerd, Alexandre Ottoni e Deive Pazos preparam novidades para 2011.

Além de ampliar seu conteúdo, a página será reestruturada para se transformar numa rede social para nerds. "Vamos transformar o Jovem Nerd em uma rede social para nerds. Na verdade, esta rede social já existe dentro do site. O que vamos fazer é dar ferramentas para ela se expressar com mais facilidade”, afirmam, antecipando o formato mais interativo e participativo.
Outro projeto em curso é a Nerdbooks, que vai colocar no mercado títulos editoriais voltados para o seu público.

O Jovem Nerd é hoje a referência principal em cultura nerd no Brasil, com podcasts, notícias, vídeos, colunas e coberturas ligadas ao gênero, além de conteúdo original de humor. Foi criado em 2002, em formato de blog, para trazer informações sobre cinema, séries de televisão, ficção científica, quadrinhos e RPG.

Atualmente, o site Nerd tem mais de 40 mil acessos diários. Às sextas-feiras, quando o Nerdcast (podcast) vai ao ar, o número sobe para aproximadamente 60 mil. Por mês, os acessos já se aproximam de 1 milhão. O sucesso do site já motivou também a criação de outros “braços”, como a Nerdstore – loja online que comercializa artigos exclusivos relacionados ao seu conteúdo.

Fonte: AdNews
A exemplo do que aconteceu no Egito, a Líbia também cortou a internet da população, para evitar que vazem informações sobre os protestos contra o ditador Muammar Khadafi. De acordo com a Info Online, desde sexta-feira (18), os libaneses estão sem acesso à rede mundial de computadores e não conseguem fazer ligações internacionais.

O governo espera coibir a divulgação do que acontece no país, que passa por manifestações pela queda de Khadafi – no poder há 43 anos. A ONG Human Rights Watch diz que pelo menos 233 pessoas morreram desde o começo dos protestos, que têm sido combatidos com violência.

Os libaneses se rebelaram depois da queda, no Egito, de Hosni Mubarak, ocorrida no último dia 11. Os egípcios, por sua vez, se inspiraram na chamada "revolução de Jasmim", na Tunísia, que derrubou o ex-presidente Ben Ali. Em todos os casos, a troca de informações pela internet serviu para ajudar os manifestantes.

Fonte: AdNews
Numa revolução sem paternidade definida, o egípcio Ahmer Maher, 30, pode ser considerado um dos principais estrategistas do movimento que depôs o ditador Hosni Mubarak.

Em 2008, ele abriu uma página no Facebook de apoio a uma greve na cidade industrial de Mahalla, lançando a rede social como arma de mobilização. Foi a origem do Movimento 6 de Abril, que se tornaria um dos mais ativos da revolução.

Em depoimento a Marcelo Ninio, enviado especial ao Cairo, Maher conta que "em vez de correr o risco de sermos presos de novo, decidimos criar blogs (...) Quando houve a revolução tunisiana, sabia que o movimento subiria para outro patamar (...) Meu principal conselho é: não deem ouvidos aos mais velhos".

"Comecei a organizar manifestações por liberdade em 2005, de forma independente. Juntava alguns amigos, preparava uns cartazes e ia para a rua protestar.
Se você me perguntar qual era o objetivo eu digo: já naquela época o que nós queríamos não eram algumas reformas. Era derrubar o regime. E eu sabia que isso ia acontecer. Só não imaginava que seria tudo tão rápido", disse.

Fonte: FolhaOnline

Popularização dos smartphones, do iPad e dos tablets possibilita novas formas de publicidade


São Paulo - Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.

Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:

- 94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).

- Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).

- Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).

- 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.

- Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia).

Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de se (vale a pena), quando ou quanto, mas de como. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas:

e-Commerce: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.

Publicidade online: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.

Redes socias: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, tirando dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.

Tendências: na internet, as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games.

Profissionalização: o último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa.

Fonte: Revista Exame
A rápida expansão do mercado digital nos últimos cinco anos é responsável pelo aumento da de manda por profissionais especializados na área. A alta procura por pessoas qualificadas, no entanto, não tem sido atendida. Sobram oportunidades e falta mão de obra capacitada para responder por um setor que recebe cada vez mais investimentos de Marketing.

O digital entra na estratégia das empresas, que aos poucos implementam departamentos exclusivos para ações on-line e oferecem salários que podem variar de R$ 2.000,00 a R$ 17.000,00. O crescimento da procura por profissionais especializados em Marketing Digital, entretanto, esbarra na ausência de uma formação acadêmica consolidada e na falta de experiência de mercado.

Com o setor aquecido, a tendência é que a procura aumente cada vez mais. “A demanda crescerá. Até 2008, o mercado estava estagnado, crescendo de forma orgânica. Com a explosão das redes sociais, as empresas despertaram para o meio digital”, acredita Romeo Bussarello, Diretor de Internet da Tecnisa, que desde 2008 conta com um departamento focado em Marketing Digital, em entrevista ao Mundo do Marketing.

 Investimentos em Marketing Digital crescem a cada ano
A expectativa de expansão ainda maior nos próximos anos é explicada pela alteração observada nos investimentos em Marketing Digital. Se por um lado o on-line passa a receber mais atenção das marcas, por outro, a verba destinada a canais off-line começa a sentir uma retração. “O mercado está em franca expansão no Brasil. Hoje, os investimentos em Marketing Digital representam cerca de 4%. Mas as empresas estão cada vez mais adotando essa estratégia e o dinheiro está migrando rapidamente para o digital”, diz Leandro Kenski (foto), CEO da agência Media Factory, em entrevista ao portal.

Segundo dados do Ibope, em 2009, os investimentos em Marketing Digital cresceram 25% e a expectativa para este ano é que este número seja de 30%. Diante desse cenário surgem carreiras em ascenção. Links patrocinados, ferramentas de buscas, redes sociais e métricas são algumas das oportunidades em voga para aqueles que desejam investir na área. Mas é necessário que os executivos de Marketing entendam a importância da integração entre a função desempenhada e o meio digital.

“Seja lá qual for a área de atuação do profissional, ele deve conhecer muito de Marketing Digital, porque todos os canais tradicionais estão sendo influenciados pelo processo de digitalização. Não dá para isolar (o Marketing Digital) e achar que é algo paralelo”, explica Max Petrucci, CEO da Garage, em entrevista ao portal.

Demanda não é garantia de contratação
A lacuna observada na procura por profissionais é explicada justamente pelo crescimento rápido e recente do setor. “A situação do mercado digital não é muito diferente da situação da mão de obra para qualquer outro setor que esteja em transformação. Existe defasagem no processo de formação e de tempo de produção de conhecimento. O tempo que se leva para educar uma pessoa é mais lento do que o necessário, em termos de mercado” conta Marcos Felipe Magalhães, Diretor de Marketing da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), ao site.

Para aproveitar as op ortunidades oferecidas, o profissional deve ser inquieto e estar alinhado às novidades, além de aliar cursos acadêmicos à experiência que apenas o mercado pode oferecer. “A formação acadêmica ajuda, mas o que realmente forma as pessoas são as boas empresas, como Google e Apple. O Brasil, infelizmente, não é um pólo formador de tecnologia digital. Por isso, quando o profissional quer entrar em um mercado em formação, a melhor escola são as empresas com empreendedores, profissionais com quem você sabe que vai aprender”, acredita Petrucci, da Garage.

A necessidade de uma formação adequada é o principal indicativo de que a expansão do mercado e a busca crescente por novos profissionais não são garantias de contratação. Como toda carreira ligada à tecnologia, o Marketing Digital está sempre em transformação e evolução, o que exige profissionais atualizados constantemente. “A informação hoje em dia é muito perecível. Tudo o que é aprendido em qualquer curso está obsoleto depois de três anos. As pessoas precisam entender qual é a área de interesse delas e se atualizar permanentemente”, sugere Ana Maria Nubie (foto), Vice-Presidente de Atendimento da Agência Click, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Empresas devem manter profissionais
Outra iniciativa fundamental para quem deseja apostar no setor é manter-se presente em grupos de interesse, como redes sociais, associações profissionais e cursos, onde seja possível compartilhar o que está acontecendo na área. Além de ser uma boa forma de atualização, o contato com outras pessoas ajuda na hora de encontrar – e aproveitar – oportunidades.

“É fundamental ter em mente que devemos sempre ter pessoas com quem nos relacionar e que conheçam nosso potencial como profissionais, para quando uma oportunidade aparecer”, diz Ana. O perfil autodidata deste profissional faz com que apenas um currículo não seja suficiente na hora de conquistar seu espaço.

Por outro lado, também cabe às empresas manter este profissional satisfeito. É uma característica comum no meio digital encontrar a chamada Geração Y e, agora, Z, composta por mentes inquietas, que desejam o sucesso rápido e avessas à hierarquia. Por isso, é importante oferecer desafios e dar liberdade para que o profissional traga ideias, proporcionando um ambiente de aprendizado. Outro elemento fundamental é o prazer e a satisfação de fazer parte da equipe.

“É importante dar a possibilidade de que o profissional faça o que gosta. Não se pode ter uma estrutura muito rígida. O jovem não quer burocracia, quer colocar a mão na massa, é ansioso. O ambiente deve ser propício à criação”, afirma ao portal Allan Fonseca (foto), Diretor de Canais da Coelho da Fonseca, que criou a Diretoria de Canais em 2009, após constatar que 90% dos consumidores buscam imóveis na internet primeiro.

Fonte: Mundo do Marketing